segunda-feira, 28 de julho de 2008

Diario de Uma Irreverente (Part 2)


O cartaz de cantores foi de acordo com o título do livro, sob o tema da irreverência. Calculo que se fosse realizada uma rápida auscultação das vozes que circulam pelas ruas da capital, no sentido de saber quais os músicos da jovem geração que mais se associam à ideia de irreverência, os três nomes mais sugeridos seriam os de Azagaia, Ziqo e Dama do Bling.

Cada um com os seus motivos, estes três nomes marcam, sem dúvida, uma forma de estar e de ser na música moçambicana. O que faz deles grandes, é que, para lá de gostar ou não dos seus trabalhos ou das suas personalidades, conseguem atingir o estatuto de artistas por um motivo muito maior: ninguém fica indiferente perante a sua presença.
Todos falam deles, para o melhor e para o pior. E ser artista é isso: estar exposto ao risco de ser amado e odiado ao mesmo tempo. Azagaia, por um lado, cresce em palco a cada nova actuação. É um daqueles casos em que o público faz o artista. Azagaia é, cada vez mais, a voz de uma geração. Dos irreverentes de que falava há pouco é, certamente, o menos espectacular, mas o mais acutilante nas suas mensagens, como um poeta que parece saído das origens do hip hop perdido nos tempos modernos. Um rebelde selvagem que nos seduz com a promessa de libertação intelectual que sempre desejamos mas pela qual nunca lutámos. Azagaia é a utopia da música moçambicana...
Ziqo é, goste-se ou não, a pedra mais talentosa que a música jovem moçambicana tem, neste momento. Apesar das polémicas, das críticas, da sua falta de fluência ou sofisticação linguística e das suas letras, ninguém, como ele, toca no público jovem moçambicano. E não só de Maputo, atenção! Ziqo é um cantor amado pelo povo de todo o país. Estava curioso por ver a receptividade do público face às mais recentes polémicas, e fiquei absolutamente envolvido pelo banho de multidão que teve, neste seu regresso aos grandes palcos. Ziqo tem o dom de saber ser simples e falar da forma que as pessoas gostam de ouvir.
Uma das coisas mais curiosas na sua forma de ser é que tanto em cima dos palcos como fora deles, vê-se um jovem que saboreia o estrelato como poucos; sentindo-se uma estrela, age e vive a sua própria fantasia, de uma forma simples. E essa simplicidade é, afinal, a chave do seu sucesso. Dama do Bling é todo um fenómeno. Uma marca só por si. Dentro da Bang Entretenimento ela é quem melhor entende o poder do marketing, junto do próprio manager da label, Bang.
Depois do lançamento do seu site oficial, esta jovem volta a surpreender os seus admiradores com o lançamento de um livro (atrevo-me a prever lançamentos de mais uns quantos livros de cantores, ainda este ano!). Sou seu admirador, confesso. Muitas pessoas ficam surpreendidas e chocadas com esta minha situação. Mas assumo-a, de peito aberto. Dama do Bling é, hoje em dia, um nome sólido da música moçambicana. Sabe o valor da imagem desde cedo, tem letras com conteúdo (quando as quer fazer). E para mim, a grande confirmação que a noite da irreverência trouxe: uma postura em palco completamente distinta dos demais cantores da praça. Com uma noção de espectáculo que poucas vezes atingem os nossos demais cantores. Dama do Bilng é, actualmente, a cantora moçambicana com melhor presença em palco, no sentido de espectáculo que este tipo de concertos visa proporcinar.
No que diz respeito a espectáculo visual; saber estar em palco; não há quem se compare, no actual cenário musical. E, mais do que tudo, Dama do Bling é profissional no verdadeiro sentido da palavra. A artista que vemos em palco não circula de forma escandalosa no dia a dia. Não é pessoa de noitadas e maluquices públicas, como se poderia pensar. Dama do Bling é uma figura, uma personagem que choca e provoca polémica, sim, mas no palco, na televisão e através da sua voz. A Ivannea é uma mulher diferente que, suspeito, muito poucos conhecem.
A Bang Entretenimento, assim como o Coconuts Live estão de parabéns por uma noite de qualidade superior. Nivelaram por cima, como deve ser, o que deve ser um verdadeiro espectáculo de entretenimento para um público jovem de discoteca. Quanto ao livro, confesso que ainda não o li, nem adquiri. Deve ser curioso, mas da Dama do Bling já podemos conhecer um pouco pela sua forma pública de estar. Curioso, mesmo, seria o lançamento do diário da Ivannea, a mulher que fez nascer a Bling e que tão pouco conhecemos...fica lançado o desafio!
Carlos Osvaldo
Tlm: 82 6046560

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Big Nelo apresentou ontem single promocional "Karga"


O músico angolano Big Nelo tem marcado, para o dia 27 do mês em curso, uma sessão de apresentação do single promocional "Karga", em actividade a ter lugar na portaria do Cine Atlântico, em Luanda. Integrante do grupo SSP, onde faz dupla com Jeff Brown, Big Nelo, que aparece pela segunda vez com um trabalho a solo, disse em declarações hoje, segunda-feira, à Angop, tratar-se de uma obra em que, como já é habitual, privilegiou o "R&B", Rap e o Soul Music.

Cantor angolano Big Nelo "A produção do single está praticamente concluído. Estive recentemente em Joanesburgo, África do Sul, onde pude efectuar os últimos acertos, nomeadamente a mixagem, mistura e edição", apontou.

À semelhança do trabalho "Momentos", colocado no mercado em 2007, o músico adiantou ainda que neste disco, que conta com sete temas, procura retratar o dia-a-dia dos angolanos, com mensagens de amor, paz, união entre os angolanos, entre outras. Para a concepção do mesmo, Big Nelo informou ter contado com os préstimos dos angolanos Anselmo Ralph, Pereira e dos sul-africanos Tumi e Climt.

A produção do "Karga" está sob responsabilidade da produtora "B-26", que terá a seu cargo a tarefa de distribuição do produto no mercado nacional e internacional. Este single, frisou ainda a fonte, é uma antecâmara para o CD, cuja publicação está prevista para o mês de Novembro deste ano.

Fonte: Angop

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Noite africana que se foi...

Cartaz da Noite Africana no 6th Level.

Quem esteve la? Envie-nos comentarios sobre este evento.

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Suzana ganha disco de Platina em Mocambique

Disco de Platina pelo sucesso de vendas do album "Tudo Pa Bo".

Suzanna Lubrano recebeu o Disco de Platina resultado do sucesso de vendas do seu terceiro album "Tudo Pa Bo" em mais de 40,000 cd’s em Mocambique.


Nos ultimos dias, Suzana visitou Mocambique no ambito da promocao do seu quarto album com o titulo “Saida”. Ela fez aparicoes em cinco programas de televisao, incluindo o popular Estrela Pop, a versao "Afro-Portuguesa" do Idols, assistido por dezenas de milhares de pessoas.

Durante a sua estadia em Mocambique, foi gravado um video que sera editado no seu mais recente single "Taxi". Todas as cenas foram gravadas em Maputo e seus arredores.

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Ziqo Recorda casal Lhongo


Os malogrados Carlos e Zaida Lhongo foram alvo de uma singela homenagem no Cemitério de Lhanguene em Maputo pela passagem de 3 e 4 anos após a sua morte. Foi feita uma deposição de flores nas suas campas, seguido de um gesto simbólico de pequena doação de viveres alimentares à família. Digite aqui o resumo do post


A ideia desta singela homenagem pertence ao músico Ziqo que em coordenação com a família do casal e a editora Glob Music, pretendem relembrar a vida e obra deste casal mítico que assinou o seu nome com letras de ouro no panorama da música moçambicana.

Numa breve entrevista ontem com o “Notícias” o músico Ziqo refere que a homenagem prende-se com o facto de este casal ter marcado significativamente a geração de cantores da sua geração e não só. “Eles são os ícones da nossa música. E com esta cerimónia pretendemos dizer a todos que eles marcaram musicalmente as nossas vidas. Todos nós guardamos a sua memória e respeitamos a vasta obra que produziram e deixaram para o povo moçambicano. Eles foram e continuam a ser grandes. Basta olhar para a sua discografia para ver que todos os seus álbuns alcançaram grande sucesso de venda, desde Sibô, Drenagem, Toma que te dou, Alfandega, Mozal, Zabelani, Sifa Zighlile.

“A Zaida é que é a verdadeira diva da marabenta”, ajuntou sublinhando que “não pretendo quero abrir um debate polémico, quanto a essa questão, mas pessoalmente, tenho em Zaida a nossa diva. Ela foi uma das vozes mais populares que o país nasceu”.
Para ele, é importante que os fãs, admiradores, artistas e o público em geral participem dessa pequena homenagem de deposição de flores hoje no “Lhanguene”, pois este casal merece o nosso encurvamento. Tiveram vida curta, mas vivida com intensidade.

Zaida Lhongo, carinhosamente chamada por “Zaidainha” morreu a 4 de Junho de 2005 no Hospital Central de Maputo, vítima de doença. Companheira de Carlos Lhongo, era uma frequentadora tempestuosa dos palcos. As suas actuações atraíam multidões, graças à coreografia que tanto tinha de erótico como de espectacular.
No dia do seu funeral, Maputo e arredores ficou paralisada. “Meio mundo” acorreu ao Cemitério de Lhaguene para prestar a sua última homenagem na sua qualidade de “heroína do povo”, uma figura lendária que nasceu em Chonguene, província de Gaza e por mérito próprio conquistou o estrelato.

Um ano depois, o companheiro Carlos Lhongo acometeu-se de uma doença que o deixou debilitado. Nalgum momento recebeu tratamentos na África do Sul e acabou por perder a vida no Hospital Central de Maputo a 2 de Julho de 2006.
Depois da morte do casal, foram feitas algumas homenagens póstumas, incluindo a edição de um “best of” sobre o vasto repertório do casal.
Neste momento, Ziqo está a produzir o álbum da jovem Tânia, filha do casal Lhongo.

Fonte: Jornal Noticias
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segunda-feira, 21 de julho de 2008

Internacionalizar a música depende de produção séria

Feliciano dos Santos, lider dos Massukos

Massukos é actualmente uma das bandas – senão mesmo a única – de maior projecção no estrangeiro. Paradoxalmente, localmente este agrupamento não tem aparecido em concertos badalados, sobretudo nas cidades de Maputo, Beira e Nampula. Localmente, a sua intervenção situa-se mais a concertos nas comunidades, onde grande parte das vezes não chega a pedir dinheiro por isso. E ao realizar estas acções nas comunidades, os Massukos tem em conta que, por um lado, estão a prestar aquilo que é um trabalho com grande impacto social, e, por outro, sabem que é lá onde colhem matéria-prima para as suas ferramentas musicais. Nas comunidades está o poço da vida, onde bebem toda uma experiência e que depois a transportam para o mundo. Com qualidade.


E quanto à música moçambicana, Feliciano dos Santos, líder dos Massukos, acredita que para isso tem que se apostar, primeiro, num trabalho de base bastante sério. Apostar na seriedade. Porque só uma acção séria é que nos vai permitir atingir as nossas aspirações, e deste modo projectarmos a nossa música moçambicana, que têm qualidade. A internacionalização depende disso.
Feliciano dos Santos ganhou recentemente um prémio milionário (150 mil dólares americanos) pela sua actuação, com a Organização ESTAMOS em trabalhos ambientais e de melhoramento das condições de vida das comunidades. Com a “ESTAMOS”, situada na província do Niassa, a sua intervenção situa-se mais no melhoramento das condições sanitárias, água potável e HIV/Sida.
Em entrevista ao nosso Jornal, Feliciano dos Santos fala dos Massukos e dos festivais em que a banda vai participar na Inglaterra, mas também da relação que a sua banda tem com as comunidades.
- Até que ponto a música ajuda nas questões que tens desenvolvido para as comunidades?
- Eu acho que ajuda bastante. Eu sempre fiz combinação do trabalho com a música. Vamos às comunidades e fazemos concertos. É muito normal a gente recusar concertos de ir tocar em Maputo, em Nampula, e exigirmos condições boas. Mas, nós nunca recusamos ir tocar naquelas comunidades, e isso porquê, porque temos um compromisso social com as nossas comunidades. Não é porque a gente ganha dinheiro quando faz isso, temos apenas um compromisso social e cultural. Mas também nós sabemos que é ela onde a gente vai buscar aquilo que faz de nós sermos a banda que somos. Nós como banda, o que produzimos bebemos lá nas comunidades. E quando vamos trabalhar nas zonas do interior sabemos que a música tem um potencial bastante bom. E também ficamos satisfeitos quando vemos as pessoas a delirarem com a nossa produção. Trocamos experiências, porque nós damos o que somos capazes de fazer com instrumentos modernos, e eles nos oferecem o que fazem a partir dos instrumentos tradicionais. Porém, o que fazemos depois é juntar esses dois elementos.
- Mas como é que interpreta a música tradicional?
- Na vida aprendi que é muito difícil fazer uma música tradicional sem mensagem. Se estou errado podem me corrigir. Mas, eu não sei se existe música tradicional sem mensagem. Mas há muita música moderna sem mensagem. Mas música tradicional, aquela lá dos nossos velhos sempre se cantou com mensagem. Mesmo que essa mensagem seja para gozar alguém, mas sempre teve mensagem e é de grande impacto. Então, isso é porque a música tem poder de influenciar, tem poder de mudar as pessoas. É uma grande terapia.
- Uma coisa que nos pode dizer é: hoje os Massukos tem uma projecção internacional que é algo interessante, mas eu gostava me respondesse como é que nós podemos conseguir internacionalizar a música moçambicana com mensagem?
- Essa pergunta é muito interessante. Pela experiência que eu tenho e dos lugares que nós já tocamos só posso dizer que Moçambique tem um espaço grande lá fora. E hoje em dia os ouvidos dos vários países desenvolvidos já estão saturados de um género musical. Já estão saturadíssimos. E precisam de coisas novas, e Moçambique tem muita coisa nova para oferecer ao mundo. O mais importante é que as pessoas tem que perceber que precisam de produzir música moderna com mensagem. Porque as pessoas têm a concepção de que a música que as bandas como Kapa Dêch e os Timbila Muzimba tocam é tradicional é errada. É errada mesmo. Porque nós temos que nos perguntar, afinal o que é o moderno e o tradicional. O moderno é o inovativo. Se nós olharmos para a história, veremos que a era Moderna foi buscar tudo da Grécia e transformou, deu as suas inovações. Eles foram buscar o tradicional e foram dar um cunho novo e ficou moderno.
- Quanto ao nosso caso, há possibilidades disso?
- Sim. E o que nós fazemos como Massukos é ir buscar o que de bom tem o tradicional. Aquilo que os nossos velhos tem e colocamos inovações. E quando colocamos elementos novos isso fica moderno. Com esses elementos, onde a base tradicional está patente, projectamo-nos. E é essa música que nós temos que apresentar aqui no país e no mercado internacional. Nós temos esse espaço, e é um espaço muito grande.
- Como é que enquadra a questão dos festivais?
- A única maneira que temos de internacionalizar a nossa música é também abrir espaços, ter contactos, procurar editoras sérias, bater portas certas. Nós este ano vamos tocar num dos maiores festivais de música do mundo. Quem vai estar lá são músicos como Jay-Z. Vão estar lá grande nomes, e isso para uma banda como os Massukos é muito bom, embora tenha que dizer que se calhar não sejamos tão bons como os Kapa Dêch, por exemplo, que tecnicamente toca bem, como os Timbila Muzimba, que tecnicamente são bons executantes. Mas o mais importante é saber bater a porta certa na hora certa. Isso é muito importante.
- Há uma coisa que eu consigo perceber no seu discurso, que é estar a querer dar a entender, mais do que nunca, que neste processo de trabalhar o moderno há que haver também muita seriedade da parte dos próprios músicos, dos artistas.
- Mas, sem dúvidas. Seriedade é uma coisa que é muito importante. Quer dizer, hoje, como dizia o Marcelo – um amigo meu e produtor de vídeos – basta ter óculos escuros e dois brincos para se considerar músico. E eu concordo com ele. O importante é que há espaço para todo o tipo de músicos, houve uma entrevista na qual me perguntavam sobre o conflito de gerações e eu dizia que, para mim, o conflito de gerações é uma coisa que nós não podemos discutir. Não devemos discutir isso, mas sim discutir coisas que vão contribuir para o melhoramento da nossa música e há espaço para todos, para todo o mundo e de todas as idades, jovens, velhos. Porque se formos a perguntar qual é, por exemplo, a idade de músicos como o Jay-Z, vamos descobrir que são da nossa idade. E há outros que são velhos, mas são pessoas que trabalham seriamente, produzem música séria e a sério. E o importante é que as pessoas devem perceber que precisam de produzir música a sério, a sério e com mensagem.
- O prémio que ganhou abre-lhe portas. Que projectos existirão a nível da organização e também na componente musical?
- Há muitas portas que foram abertas com este prémio. Tanto para o grupo, como para a organização. Agora existe um desafio bastante grande que é antes de ganhar o prémio já tinha conseguido um emprego fora de Moçambique. Devia começar a trabalhar como gestor regional de um projecto internacional. Gestor regional para África e Ásia, mas agora veio o prémio. E isso coloca o grande desafio de se devo ficar ou devo ir, mas esta é uma resposta que eu não posso dar agora, mas devo dizer que há muitas portas abertas para o grupo, mesmo sem a minha presença, e há muitas portas abertas para a organização mesmo sem a minha presença, porque afinal o nome do grupo e da organização estão espalhados pelo mundo fora, então há espaços para trabalharem, mesmo que eu não esteja. Então, é provável que eu tenha que decidir que vou sair...
- Mas, o sair significará um sair em definitivo, portanto, um abalar?
- Não, não significa isso. A ter que sair vou continuar a prestar todo o meu apoio a banda e a organização, e se calhar pode ser uma melhor porta o facto de eu estar fora. Isso, se calhar pode trazer mais melhores oportunidades ao grupo e a organização.
MASSUKOS E OS GRANDES FESTIVAIS

Agora decidimos que é preciso trabalhar com afinco, para podermos responder com responsabilidade aos compromissos muito sérios que temos para 2008.
De acordo com o líder da banda, os Massukos chegam a Londres a 19 de Junho próximo, devendo actuar no dia 21, no África Oye Festival de Liverpool, para no dia seguinte tomarem parte no África Oye Festival de Glasgow. O ponto mais alto da digressão será no dia 28, com a actuação no Glastonbury Festival, uma das maiores festas de música internacional que marca o Verão na Inglaterra. A última actuação será a 12 de Julho no Croydon Summer Festival, na cidade de Londres.
Feliciano dos Santos disse que estão a trabalhar na perspectiva de aproveitarem a sua presença na Europa para gravar mais um disco, mas isso vai depender da disponibilidade de tempo. Além dos quatro concertos já confirmados, irão também participar noutros eventos em escolas e outras instituições no âmbito da sua intervenção social, estando agora a trabalhar ao pormenor toda esta agenda justifica a preocupação que há de afinar o grupo ao pormenor.
Fonte: Jornal Noticias

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Video de Ghorwane & Co. - Mocambique Que Sai do Chao

Ghorwane & Co. - Mocambique Que Sai do Chao.

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Movimento Suburbano

Movimento Suburbano

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No concerto “46664” dos 90 anos : Mandela apela aos jovens a lutar contra a SIDA




O ANTIGO presidente sul-africano Nelson Mandela apelou sexta-feira à nova geração para abraçar a sua luta contra a doença ou a opressão no mundo, durante um mega-concerto em Londres para festejar os seus 90 anos.

Muitos artistas de renome e cerca de 50.000 espectadores participaram neste concerto em Hyde Park, que visava também recolher fundos em favor da sua fundação contra a SIDA.

O cartaz reunia nomeadamente Amy Winehouse, o Grupo Queen, acompanhado de Paul Rodgers, Zucchero, Joan Baez ou os Sugababes. Foram vendidos 46.664 bilhetes, um número correspondente ao número prisional de Mandela, que passou 27 anos encarcerado.
No meio do concerto, de três horas e meia, o antigo presidente sul-africano, todo vestido de negro, discursou para exortar o mundo a prosseguir a sua missão.

Apoiando-se numa bengala e ajudado pela mulher, a ex-primeira-dama moçambicana Graça Machel, um Mandela sorridente e de ar frágil avançou com um passo lento e hesitante até aos microfones, sob os aplausos da multidão, que entoou depois "Happy Birthday". Mandela completa 90 anos a 18 de Julho.



O antigo prisioneiro das cadeias sul-africanas declarou-se "honrado" por estar de regresso a Londres 20 anos depois de um "concerto histórico" em que apelara para (a nossa) libertação". As vossas vozes atravessaram os oceanos e inspiraram-nos nas nossas longínquas celas".
“Mas mesmo que hoje festejemos, lembremo-nos de que a nossa obra está longe de estar terminada", vincou, cercado pelos artistas que participaram no espectáculo.

"Lá onde reina a pobreza e a doença, incluindo a SIDA, lá onde os seres humanos são oprimidos, há ainda trabalho a fazer", advertiu, apelando para apoiarem a sua associação "46664" de luta contra a SIDA. "Queremos a liberdade para todos".
"Dizemos esta noite, após cerca de 90 anos de existência, que é tempo que novas mãos levantem este fardo", exortou Mandela.

"Isso está nas vossas mãos, agradeço-vos", concluiu, fortemente ovacionado.
Saudou depois a multidão, como lhe sugeria a mulher, Graça Machel, antes de se afastar, apoiando-se no seu ombro.

Durante um jantar de beneficência quarta-feira em Londres, Mandela surpreendeu ao romper um silêncio de vários anos sobre o Zimbabwe. O herói da luta contra o “apartheid” denunciou então o "trágico falhanço da direcção" deste país dirigido por Robert Mugabe.
Apesar de estar retirado da vida política e da sua saúde frágil, Mandela continua a fazer campanha pelo mundo a favor da sua luta contra a SIDA.

Quatro concertos "46664" foram já organizados, o primeiro em 2003 no Cabo, e depois outros em George, na África do Sul, em Madrid e em Tromso, na Noruega.


Fonte: Jornal Noticias

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segunda-feira, 14 de julho de 2008

Constancio lanca "Papa"

Constancio desabafa...
Foto: Noticias

Músicos do centro e norte reclamam oportunidades Constancio é um músico que se divide entre Sofala e Zambézia. Gravou o seu mais recente trabalho em Pemba, e há dias esteve em Maputo para promove-lo, ocasião que serviu de pretexto para uma conversa.
Entre os vários assuntos tratados, Constâncio deteve-se na questão da falta de intercâmbio entre os músicos do país inteiro. Para ele, só os músicos da capital do país, deslocam às províncias, entretanto, o mesmo já não acontece com os artistas de outros pontos do país. O entrevistado refere que há um certo abandono dos músicos das restantes províncias. O entrevistado não hesita em usar a palavra «injustiça» e acrescenta: “penso que os realizadores e produtores de espectáculos deviam saber que o país é grande e há muito talento espalhado a espera também de uma oportunidade”. É prossegue, “«talvez por esse facto, os músicos se vejam na contingência de serem eles próprios a organizarem os shows que nem sempre conseguem, já que esta é uma outra área de especialidade. As pessoas procuram fazer tudo sozinhas”.


Questionado se não teme de ser mal interpretado um posicionamento regionalista, o cantor observou tratar-se de um facto inegável que assenta na base de constatações directas, de alguém que trabalha na área. “Por exemplo, na Beira, quantos músicos vem actuam aqui em Maputo, tirando os Djaakas? O mesmo acontece noutros pontos do país. Todavia, quase todos os cantores da capital do país desloca as restantes províncias, isso não mau, mas sinto que deveria haver mais entrosamento entre todos os músicos”, anotou.
INSULTOS MINAM NOSSA GERAÇÃO
Aliado a isso, o artista aponta para a degradação dos conteúdos, sobre as mensagens difundidas nas músicas cantadas particularmente pelos jovens.“Para além de temas insultuosos, os artistas passaram a cantar-se a si próprios, dizem eu sou fulano, eu sou sicrano”.Antigamente, os mais velhos cantavam músicas educativas, canções que ensinavam as normas sociais, no lar, na familiar etc.Ele vê que se há um grande desequilibro à nível dos patrocinadores que apostam nesses músicos que insultam e aqueles que mesmo tendo mensagens positivas não encontram espaço para gravar e expor a sua obra.A conversa passou em revista a pirataria, um fenómeno que está a lesar músicos, editoras, produtores e público consumidor. “As pessoas continuam a copiar abusivamente as nossas obras, e ninguém pune ninguém”, disse.
NOVO ALBUM “PAPÁ”
O álbum intitulado “Papa” acaba de ser editado pela Vidisco e vem substituir a colectânea “Dúvida” que passou aparentemente despercebido junto dos seus fãs.Neste momento, paira no foro do seu íntimo alguma preocupação, pois, não sabe de como este último será recebido junto dos seus admiradores, embora Constâncio esteja seguro quanto a qualidade do trabalho final. “Penso que me entreguei de corpo e alma nesta obra. Trabalhei durante um ano. Parti da Beira para Pemba, onde trabalhei com o produtor Carlos de Lina, um jovem empreendedor que assina na produção várias colectâneas”, observa.“Durante o trabalho de estúdios trocamos ideias e procurámos fazer tudo com o maior rigor exigido numa obra que se preze”
.Nessa gravação, foram registadas dez temas, sendo um instrumental.Questionado sobre o titulo, a fonte explica que “estava em pleno estúdio a gravar, quando de repente toca o meu celular: era meu irmão a informar-me que o nosso pai estava doente. Corria risco de vida. Fiquei muito triste. E foi no meio daquela “magia” de estúdio que imediatamente me inspirei a cantar esta música que deu titulo ao álbum”.
Hoje, felizmente o pai de Constâncio, está fora de perigo.
Sobre o repertório, lembra o tema “waba”( fofoca tradução do português para o chuabo), em jeito de resposta a algumas “bocas” que apregoavam a morte precoce da sua carreira, por ter ficado algum tempo sem apresentar o novo disco...Entretanto, há um tema que na óptica do autor é interessante, intitulado “Mano José”, nele fala de um homem que ao receber o seu salário dirige-se ao bar e não abandona enquanto não acaba o seu dinheiro. Durante a sua permanecia o “mano Zé” paga tudo e a todos. É o dono do mundo. Ele é um autêntico “Zé pagante”. Constâncio iniciou-se na carreira musical há cerca de dez anos na Beira ao lado de um amigo de infância, Djei, este último uma das mais importantes figuras musicais da Beira. Ambos nasceram de sonhos e cresceram para a música e tem estado a empenhar-se, continuamente. Os seus trabalhos tem grande audiência no país inteiro, mas com o destaque para as províncias de Sofala, Zambézia e Nampula.
A par de muitos nomes da região centro e norte, o nome do jovem Constâncio faz parte dos que se recomendam, pois, as suas mensagens falam de realidades do dia-a-dia na nossa sociedade.Baseado na cidade da Beira este músico possui um repertório totalmente cantado em chuabo, falado em Quelimane.
• Albino Moisés

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V FESTIVAL NACIONAL DE CULTURA (4)


Arrancou segunda-feira na cidade de Nampula a fase provincial de apuramento dos artistas que representarão aquele ponto do país na fase final do V Festival Nacional de Cultura, que terá lugar em Julho em Xai-Xai. Participam no evento cinco grupos de música, dança e teatro, integrando um total de 600.
Dados avançados na cerimónia de abertura da fase provincial de Nampula, orientada pelo governador Felismino Tocoli, indicam que os participantes provêm dos 22 distritos da província. Destes, apenas 60 serão apurados para a fase nacional do festival.


Os responsáveis governamentais locais apelaram aos artistas para que se empenhem no máximo agora e depois para que se possa apurar realmente os melhores para a fase nacional e que nesta Nampula seja condignamente representada.
Os representantes de Nampula na fase nacional do V Festival Nacional de Cultura deverão ser conhecidos no próximo fim-de-semana.
Para além de competições artísticas, o decurso da fase provincial de apuramento está também a ser marcada por demonstrações de gastronomia da província.



Fonte: Jornal Noticias

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Video de Elex - Vou Bazar

Elex - Vou Bazar

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segunda-feira, 7 de julho de 2008

V FESTIVAL NACIONAL DE CULTURA (3)

Depois do sucesso conseguido na fase provincial, os representantes de Sofala ao V Festival Nacional de Cultura, agendado para entre 11 e 18 de Julho, na cidade da Xai-Xai, já estão a afinar as suas máquinas para conseguirem uma boa prestação naquela que será a maior festa cultural do nosso pais. Para tal, nos próximos dias todos os apurados daquela província do centro do país juntar- se-ão na cidade da Beira para, durante uma semana, fazerem os últimos acertos dos espectáculos que irão apresentar na capital de Gaza.
Contactado pela nossa delegação da Beira, o chefe do grupo de utse da Munhava-Matope, Ramim Manuel Senda, afiançou que o seu conjunto já começou a efectuar alguns arranjos para melhorar a sua prestação na derradeira fase do Festoval que arrancou nos princípios do ano com as fases distritais e está agora a rodar as suas etapas provinciais.Criado em 1992, o grupo de utse da Munhava Matope espera fazer da derradeira fase do festival um verdadeiro momento de festa. “Vamos brilhar em Xai-Xai”, anteviu, tendo referido mais adiante que queria reeditar o sucesso efectuado em Maputo aquando da realização da Cimeira da União Africana, em 2003.

Reconheceu, no entanto, que existem um pouco por todo o país muitos grupos fortes e capazes de fazer face ao conjunto da Munhava Matope. Mas, para ele, o mais importante é fazer do evento um momento de promoção da unidade nacional e trazer à ribalta o potencial cultural existente em Sofala e no país como um todo.O mesmo sentimento foi expresso pelo director artístico do grupo teatral Haya- Haya, Lúcio Chiteve. Este artista disse que a sua “turma” vai novamente exibir a peça “Cabra Cega”, que garantiu a sua transição à fase nacional. Para tal, o conjunto já iniciou com os preparativos para, igualmente, reeditar o sucesso efectuado com este trabalho no penúltimo Festival D’Agosto, em Maputo.

“Recebemos algumas críticas de alguns espectadores na fase provincial. Por isso, estamos a fazer algumas emendas para melhorara a nossa prestação em Xai-Xai”, referiu.“Cabra Cega” já fez também muito sucesso em muitos eventos promovidos em Sofala. É uma peça que trás à ribalta o lado negativo dalguns ritos de purificação de viúvas feitos um pouco por todo o país, com destaque para as regiões centro e sul.Com efeito, Chiteve considera oportuno a sua exibição na derradeira fase do V Festival de Cultura, o que poderá contribuir de alguma forma na redução destes fenómenos. Acredita que o facto de estarem presentes em Xai-Xai compatriotas (artistas, dirigentes e espectadores) de todas as províncias do país deve ser encarado como uma oportunidade de ouro para fazer passar a sua mensagem.

JÚLIA DUARTE OPTIMISTA
A jovem cantora Júlia Duarte é uma das representantes de Sofala na área musical para a fase final do V Festival Nacional de Cultura. Ela afirma-se optimista quanto a sua evolução dos artistas da sua província na festa de Xai-Xai e assegura estar a trabalhar para ocupar lugares cimeiros no fase nacional.“Matequera” e “Mukaze Wa Kuipa N’tima” são algumas as composições que Duarte vai levar à festa de Xai-Xai. Para tal, com ajuda do seu grupo, Vila Nova, a jovem cantora tem nos últimos dias trabalhado no duro para levantar bem alto o nome de Sofala na capital provincial de Gaza. O mesmo está acontecer com todos os representes de Sofala noutras categorias, nomeadamente Varimba de Marromeu, Guerure do Búzi, Maphadza de Gorongosa e Magia de Marromeu, entre outros apurados para a fase nacional do evento.

Contudo, o chefe do Departamento de Acção Cultural na Direcção Provincial de Cultura em Sofala, Domingos Zacarias, apontou que o seu sector já está a trabalhar para que dentro de dias, na Beira, arranque o ensaio conjunto dos apurados para a derradeira fase do V Festival Nacional de Cultura.“Teremos uma semana de preparação conjunta para harmonizar a nossa exibição, que terá a duração de 45 minutos para todas as expressões artísticas, com excepção do teatro.
Para tal, os grupos serão restruturados porque são numerosos e ao todo precisamos de 65 artistas. Zacarias acredita que os representantes de Sofala no V Festival Nacional de Cultura poderão fazer muito sucesso em Xai-Xai. Referiu, no entanto, que o mais importante não é ocupar lugares cimeiros, mas promover a moçambicanidade e o vasto mosaico cultural existente no nosso pais.

EDUARDO SIXPENCE

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Video Track Records - Whos The Best Videos

Track Records - Whos The best Videos

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O Diário de uma Irreverênte (Part 1)

Coconuts-Live recebeu "o Diario de uma Irreverente"

Coordenadas:
Sábado, dia 24 de Maio de 2008.
Local: Coconuts Live, Maputo, Moçambique.

“I feel like role models today are not ment to be perfect,
but more like Angels with broken wings.” 2PAC

Uma das coisas que uma noite de festa tem de fascinante é a eliminação do efeito do tempo. Vivemos momentos sem data no calendário, como que perdidos numa linha imaginária que atravessamos sem dar conta. É por isso que a noite é tão propensa a excessos e desvios: pela própria surrealidade da sua existência. Estar uma noite em claro, dançando, cantando, saltando, pensando, amando, sofrendo ou vivendo é a criação de um tempo mágico, tão pessoal como intransmissível.


Comecei por apresentar as coordenadas do evento que me serve de pretexto para este pequeno artigo por acreditar que ele pudesse ter acontecido em qualquer outra parte do mundo. Mas foi aqui: em Maputo. Em Moçambique. Num Moçambique colectivamente ferido pela traição de um vizinho mais forte de quem esperávamos protecção e não agressão.
O Coconuts Live viveu mais uma noite para lembrar. Uma noite concebida pela Bang Entretenimento, para celebrar o lançamento do livro da Dama do Bling, intitulado Diário de uma irreverente.

O motivo que me leva a escrever não é a inspiração que tal noite me possa ter proporcionado. Mais do que inspiração, foi uma noite de transpiração. Transpiração por diversão, da parte do público que se fez presente, e transpiração de trabalho, por parte dos produtores. Na verdade, escrevo para celebrar o orgulho que senti por ver a área de organização de eventos moçambicana dar um passo adiante, no que diz respeito à qualidade do trabalho e do produto final.


Com uma casa cheia, foi apresentado um verdadeiro espectáculo de entretenimento. O que surpreende muita gente é a aderência que este tipo de eventos tem. Alguns intelectuais, por vezes pseuso-intelectuais, questionam-se sobre qual a explicação da preferência do público por eventos de menor (dizem os mesmos) cariz cultural face a eventos culturalmente mais enriquecedores (seguindo o mesmo fio de pensamento). A verdade é tão simples que chega a ser absurda: porque é mais fácil. É mais fácil sentir que pensar. É mais fácil olhar do que ver. É mais fácil escutar do que ouvir. O sucesso deste tipo de eventos deve-se à compreensão do sogredo mais importante do marketing: dar ao público o que o público quer. E, muitas vezes até, o segredo se assume como mais profundo e passa por dar ao cliente “aquilo que nem ele sabe que precisa”, como li algures...


E a noite da irreverência trouxe isso: uma resposta a um impulso emergente.Começando pela escolha dos apresentadores (Jorge Ribeiro e Fred Jossias), perfeitamente ajustada e acertada à natureza do evento, passando pelo cenário montado em palco, muito identificado com a estrela da noite, passando pela escolha dos cantores a actuar, tudo foi cuidado e trabalhado com um profissionalismo assinalável. Detalhes como: os adereços; a decoração; as roupas; as coreografias; a surpresa da apresentação do grupo Glam 4 actuando junto às habituais bailarinas da Bling, Déja Vu; o desfile de moda de Vanda Tique; a comunicação com o público... tudo foi bem conseguido.


Continua...

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Video de 2 Caras - *Cu Gordo

Video de Duas Caras - *Cu Gordo

*Nao me perguntem sobre o titulo que nao explicaria...

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Faleceu Victor José


OS RESTOS mortais do apresentador de rádio e televisão Victor José, falecido subitamente segunda-feira em Maputo foram ontem a enterrar no Cemitério de Lhanguene em Maputo. O malogrado morreu na madrugada de segunda-feira, presumindo-se que tenha sido acometido subitamente um ataque cardíaco.


Foi no meio de muita comoção, consternação e lágrimas que familiares, colegas er admiradores cumuns foram acompanhar o finado à última morada.
A cerimónia fúnebre, bastante concorrida, ficou marcada pela presença de jovens apresentadores de rádios e televisões bem como músicos da praça. Também fizeram-se presentes algumas individualidades do panorama sócio-cultural da capital moçambicana.
O malogrado perdeu a vida quando se dirigia a Rádio Moçambique (RM) onde diariamente apresentava mais uma edição do seu programa “Bom Cidade”.

O seu corpo foi encontrado no interior da sua viatura entre a Travessa de São Pedro e a Rua Rainha Santa, no Bairro da Malanga, para onde se supõe que tenha entrado à procura de ajuda quando começou a sentir-se mal vindo de sua casa, no município da Matola.
Ele era um profissional da área de entretenimento, tinha uma característica única de ser na apresentação de seus programas, o que lhe conferia uma distinção e audiência individual.
O malogrado popularizou-se na década de 90 com a promoção do Maputo em Movimento, um rol de espectáculos de bairros que visavam a promoção da música ligeira moçambicana.

Foi nesses programas que ele “descobriu” o talento da cantora Zaida Lhongo, “a Zaidinha” e do cantor Eugénio Mucavele, “Male ya Pepha”, ambos também falecidos, só para citar alguns. Ele projectou vários nomes anónimos do panorama da música moçambicana, com particular realce para a cidade de Maputo.

Posteriormente seguiu-se a apresentação de programas radiofónicos e televisivos que acresceram a sua popularidade, entre os quais Sabadão e Tudo ao Domingo, na Televisão de Moçambique (TVM) e no Calor da Noite, na Rádio Moçambique.

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segunda-feira, 30 de junho de 2008

MP3 de Hip Hop Disponivel...


Já está disponivel o Mp3 com todas as músicas destinadas a divulgação em Angola, no site www.hipflickz.com e no Blog, que fomos recebendo durante 1 ano.É bem verdade que divulgar nas rádio acaba sendo complicado, já que toca-se de tudo menos hip hop, dai a alternativa que de certo modo vem a ser mais importante que passar na rádio, vamos distribuir para toda comunidade hip hop. Só quem gosta de hip hop e conhece as dificuldades que há em passar as suas músicas nas rádios, sabe o quão importante é estarmos unidos em prol da cultura.
A distribuição é gratuita, e vale apena recordar que neste disco não há albuns completos, para não violar os direitos do autor, por exemplo tem o single do Azagaia e não o álbum completo.
Interessados em Luanda deverão ligar para +244923592486, as restantes provincias devem enviar e-mail para dinocross@hotmail.com e em seguida os nossos representantes estarão a disponibilizar os numeros para facilitar o processo.

Publicada por Dino Cross

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V FESTIVAL NACIONAL DE CULTURA (2)

As cabacas (Xigutsas) de Morrumbene são a principal surpresa que a província de Inhambane leva ao V Festival Nacional da Cultura. Trata-se de um género cultural que se pratica há longos anos em Mocodoene, no distrito de Morrumbene. Tem a particularidade de ter participado em vários eventos culturais oficiais, mas antes nunca havia logrado a distinção de estar numa fase final de um festival nacional de cultura. Esta arte é executada por senhoras, na sua maioria de idade avançada.


Foi um apuramento que não surpreendeu a ninguém, devido à invulgaridade do tipo de instrumentos usados, para além de ser raro encontrar grupos que o pratiquem a dança e toquem aqueles instrumentos. É deste modo, que a província de Inhambane está apostada em conseguir uma classificação cimeira com grupo de Cabaças de Morrumbene.
Além deste grupo, como não deixaria de ser, a timbila de Zavala, que antes do festival de Xai-Xai será reconhecida num festival internacional a ter lugar na Vila de Quissico, local já catalogado como a “capital internacional da timbila”, segue viagem, mas desta feita não com o professor Venâncio Mbande, mas com novos valores que despontam. São novos guerreiros provenientes do Timbila ta Muane, um agrupamento jovem que há longos anos tem vindo a dar cartas de ser grande promessa, não só para a província de Inhambane, mas para o país inteiro.

Vitória Jacob, a autora de “Xicatau”, música que já atingiu a final do Top-Ngoma, será a embaixadora de Inhambane no que tange a música ligeira. Vitória Jacob vive na região de Mahangue, no distrito de Morrumbene, sua terra natal onde de vez em quando canta em clubes nocturnos convidado por amigos.
A cantora é actualmente membro do Conselho Consultivo do distrito de Morrumbene pelo facto de ser presidente de uma associação agrícola. No festival província que teve lugar na chamada terra da boa gente enfrenta grande oposição da Rainha Avelino, outra cantora que decidiu fazer as malas e fixar-se em Vilankulo. A nova música desta, “Vilankulo, Minha Terra”, não suplantou nem Vitória nem mesmo ao Mr. Nandolas de Jangamo, que em tempos trabalhou com Xidiminguana e que conseguiu estar entre os três primeiros classificados, incluindo o já conhecido Alicino Margarida, que igualmente segue viagem para Gaza em Julho.

Chigubo de Tambajane (Morrumbene), Xitende de Inharrime e Xitende da Massinga, mais grupos de canto coral de Vilankulo, Inhassoro e Maxixe, para além de alguns artistas plásticos, de moda, artesãos completam a lista dos grupos culturais que a província de Inhambane apurou no último fim de semana num grande festival realizado na capital provincial.
Todos os apurados dos distritos deram o seu máximo para conseguirem a pontuação máxima, que daria acesso à fase final do Festival Nacional da Cultura que Xai-Xai já prepara.
Pedro Baptista, director provincial da Educação e Cultura de Inhambane, disse no final de evento que Inhambane é detentora de um vasto património cultural e que não seria possível levar todos grupos para o festival nacional.
Participaram nesta fase provincial vinte e dois grupos com cerca de seiscentos artistas.



VICTORINO XAVIER

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NÃO TIRO O CHAPÉU PARA A TELEVISÃO DE MOÇAMBIQUE


Era Segunda-Feira 9 de Junho se não me falha a memória. Estava eu a caminho da minha humilde casa depois de um longo e exaustivo dia de trabalho. Plantado numa das paragens de “chapas” da nossa maravilhosa cidade de Maputo, pronto para enfrentar a terrível batalha diária habitual naquela hora, recebo uma chamada dum número desconhecido mesmo no momento em que finalmente consigo empuleirar-me nas costas do cobrador. Atendo logo de seguida, e para o meu espanto era o apresentador do programa Moçambique em Concerto, programa este que vai ao ar todos os Domingos no canal da nossa bem-amada Televisão de Moçambique.


Gabriel Júnior, muito amavelmente dirigiu-se a mim e formulou um honroso convite para ir ao Moçambique em Concerto no Domingo que se seguia. Bem...estava naturalmente espantado. Nunca tinha imaginado, nem nos meus sonhos mais molhados, receber um convite para uma tão excitante participação naquele famigerado programa televisivo, porque como devem imaginar, eu e o Estado Moçambicano não morremos de amores um pelo outro (a nossa novela já vai a muitos capítulos) e a TVM é um canal controlado pelo estado. Portanto, embora fosse desejo de alguns compatriotas a minha ida aquele programa, cá entre nós, era mais fácil a galinha criar dentes que eu ir parar ali.

Facto é facto, convite recebido, convite aceite. O Gabriel Júnior, de seguida sugeriu que nos encontrassemos antes da minha ida ao programa, encontro esse que aconteceu na Quarta-Feira. Ele falou-me das questões que iria colocar-me e das músicas que gostaria que eu cantasse. Interessante é que o Gabriel não pressionou-me de forma alguma para que eu não fosse eu. Disse que sabia que a minha imagem iria dividir opiniões, mas como o seu programa tem (ou tinha) um carácter imparcial, ele estava disposto a correr o risco, que já tinha autorização da directora de programas e que estavam todas as condições criadas para a minha ida.

O Gabriel Júnior tinha uma nobre intenção, segundo ele, mostar a sociedade moçambicana que o músico Azagaia não é só o crítico, mas também alguém que sonha, chora, ri, apaixona-se e fala sobre isso nos seus temas. Para isso sugeriu que um dos temas que eu cantasse fosse o romântico “Ni ta ku fonela,” (faixa nº 9 do álbum Babalaze) tema que ele tem como um dos seus preferidos, e o meu lado crítico seria espelhado pela música “As Mentiras” (faixa nº 4 do álbum Babalaze) .

Chegados aqui, é altura de falar-vos do surpreendente (será?). Qual é o meu espanto quando na Sexta-Feira da semana que eu supostamente iria ao Moçambique em Concerto, a noitinha, liga-me alguém que dizia ser da TVM e produtor daquele programa informando-me que infelizmente eu já não poderia ir naquele domingo ao programa por motivos que nem ele soube explicar claramente. Mas deixou aberta a possibilidade de eu lá ir na edição seguinte. Desliguei o celular, e de seguida mandei uma sms para o Gabriel Júnior a exigir que pelo menos fosse ele a “desconvidar-me”. O apresentador respondeu-me dizendo que também estava espantado com o sucedido, mas que eu não deveria preocupar-me pois tudo iria dar certo.

Domingo, vejo outro artista no meu lugar, ligo para o Gabriel Júnior e ele diz-me o seguinte: “Desculpa mano, por não ter te ligado antes, mas o que aconteceu é que, um dos vários administradores da TVM que devia dar a permissão para tua ida ao programa, depois de já ter passado duas vezes o spot publicitário a anunciar-te, exigiu que se cancelasse a pubilicidade e a tua ida, porque diz que não foi consultado. Mas não te preocupes, Segunda-Feira faço uma carta especialmente para ele, anexo a autorização da directora de programas e entre Segunda e Terça-Feira ligo-te a confirmar a tua ida ao programa no próximo Domingo.”

Segunda-Feira passou, Terça-Feira passou, Quarta-Feira passou, Quinta-Feira também passou e na Sexta-Feira, data em que escrevo esta carta, oiço dizer que já está passar na TVM a publicidade da ida de outro músico ao Moçambique em Concerto, não eu. Bem, o Gabriel Júnior não me ligou ainda, hoje sexta-feira dia 20 de Junho de 2008 e francamente duvido que ele ligue, acho que já não adianta mesmo, embora um simples pedido de desculpa não faça mal a ninguém.

Dos factos a análise: O tal administrador não autorizou a minha ida ao programa e nem teve conhecimento dela durante os 5 dias úteis da semana, viu a publicidade pela televisão onde trabalha e mandou cancelar por falta de conhecimento. De Sexta-Feira para Domingo, a TVM conseguiu arranjar outro músico para ir no meu lugar, conseguiu o conhecimento e a autorização do tal adimistrador, coisa que não conseguiu em 5 dias úteis da semana para o meu caso. Mesmo que este estranho facto fizesse algum sentido, porquê não fui convidado para o programa da edição seguinte conforme o prometido? Será este programa é realmente merecedor do selo “made in mozambique”? Serei eu estrangeiro do meu próprio país? Será isto censura? Não basta não passarem os meu video clipes? Não me atrevo a responder a tais perguntas, senão ainda corro o risco de ir parar na Procuradoria da Cidade pela segunda vez, quem sabe acusado de defamação e calunia, nunca se sabe! Bem, menino queixoso que sou, venho dizer, mesmo fora do programa:

NÃO TIRO O CHAPÉU PARA A TELEVISÃO DE MOÇAMBIQUE E PARA TUDO QUE ELA REPRESENTA.

Mano Azagaia

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Neyma & Kaysha

Kaysha esteve em Maputo e esta foto e o testemunho da cuplicidade de talentos.
Na foto que dispensa apresentacao, Neyma e Kaisha.

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Video de Trio Fam - Contigencias

Trio Fam - Contingencias

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quinta-feira, 26 de junho de 2008

Azagaia no Festival Mestiço de 2008


O Festival Mestiço de 2008 traz a oportunidade para ouvir alguns dos grandes fenómenos da World Music da actualidade, incluindo as sempre inovadoras mestiçagens entre as tradições musicais e as tendências mais recentes de géneros como o Hip Hop, a Electrónica ou o Rock. De 26 a 29 de Junho, está convidado a visitar geografias e géneros musicais eclécticos e contagiantes. Moçambique estará presente em Portugal, mais concretamente no Porto e estará muito bem representado sim, se calhar pelo seu “melhor” cartão de visita, Azagaia e os Timbila Muzimba.

Azagaia, ou seja, Edson da Luz, rapper da Cotonete Records, autor da obra discográfica intitulada “BABALAZE” donde ressonamos os clássicos temas “As mentiras da verdades”, “Marcha”, “eu não paro” e outros mais, acaba de descolar de um avião da TAP, no aeroporto de Mavalane, em Maputo, quando eram sensivelmente 15:30Hrs, em direcção a Portugal para participar dum mega festival de musica na cidade do Porto. Trata-se de um evento que vai na sua segunda edição, tendo já desfilado naqueles palcos respeitáveis nomes da musica a nível mundial. Veja abaixo o perfil dos artistas programados para esta noite (27 de Junho).
MARCELO D2 (Brasil) Nesta noite destaca-se o carioca Marcelo D2, rapper que se celebrizou com a sua banda Planet Hemp, nos anos 90. O álbum Eu Tiro é Onda marcou o início da sua carreira a solo, há dez anos e desde logo contou com a participação de nomes de peso do rap de São Paulo e do Rio de Janeiro, como Black Alien & Speed e BNegão. A mistura de elementos do samba com Hip Hop é a sua imagem de marca, apurada no terceiro álbum, Meu Samba é Assim, com a participação especial de grandes nomes do samba – como Zeca Pagodinho e Alcione – e do rap – como Marechal e Aori.
MC K (Angola) Começou com demonstrações para pequenos grupos alternativos, mas rapidamente foi descoberto pela imprensa internacional. Ao segundo álbum de originais, o rapper angolano aceitou o desafio de trazer a sua mensagem ao Porto, a convite da Casa da Música. Politicamente crítico, aos 26 anos, MC K pretende ajudar a construir um país onde a liberdade de expressão seja uma realidade acessível a todos.
MANIF3STOS + DANY SILVA (Cabo Verde / Portugal ) Deixaram-se seduzir pelo drum’n’bass, o soul, a electrónica e no álbum de estreia que vêm apresentar à Casa da Música, Gerasons, os Manif3stos debatem as múltiplas realidades sociais, culturais, tecnológicas e económicas em que vivemos. Um disco que conta com a participação especial de Sagas, Tranquilo, DJ Kwan, Conflito e Dany Silva, músico, cantor e compositor cabo-verdiano que já colaborou com Rui Veloso, Mariza ou Tito Paris.
AZAGAIA (Moçambique ) Despertou a atenção de Moçambique e do mundo pela sua crueza e revolta. O jovem universitário Azagaia (aka Edson da Luz), de 23 anos, aborda uma série de temas da actualidade moçambicana, desde o assassinato do jornalista Carlos Cardoso, à corrupção e até aos esquadrões da morte no seio da polícia. Recentemente editado em Portugal, Babalaze dá a conhecer o músico que já fez parcerias com Valete e que se identifica com Boss AC e Sam The Kid.
Para mais informações descarregue aqui todo o programa do festival ou visite http://www.casadamusica.com/ Para além do evento em destaque, Azagaia leva na sua agenda uma série de actividades que espera concretizar (se sobrar tempo claro, porque o mano vai ter uma semana atarefadíssima por lá... eu que o diga) como, por exemplo, entrevistas àss diversas televisões e rádios portuguesas e estrangeiras, sessões de fotografias e autógrafos com os fans, gravação de musicas com alguns artistas e etc e etc. Aza, desejamos-te muita sorte por lá, e de o teu melhor (o que para ti não e nada difícil).

Fonte: Cotonete Records

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segunda-feira, 23 de junho de 2008

Video de Mega Jr. - Eu Quero Mais Que...

Mega Jr. - Eu Quero Mais Que...

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Underground Nasty


UNDERGROUND NASTY é um agrupamento musical que vem fazendo o rap desde 2001 o mesmo ano que este foi fundado por jovens amigos e irmãos denominados Nino-fella e Megga Bus a.k.a (Edson José D. Tomo e Evigildo José D. Tomo). Este ano foi de muita luta visto que o agrupamento começou, graças a ajuda dum jovem Mileka (Aco) seguiram os primeiros passos escrevendo algumas líricas; não havendo estúdios de gravação estes gravavam em cassetes com um rádio gravador que no tempo este era feito encima de batidas americanas. Fazendo assim o estilo caracteristico Underground hiphop.

PERCURSO
Nos meiados de 2001 o mentor deste grupo (nino-fella) ausenta-se indo assim continuar os seus estudos na Província de Sofala concretamente na Cidade da Beira carregando sempre a U.nasty em mente, ficando os outros membros em Tete, o seu imão continua também em Tete a dar percurso o que os dois tinham iniciado, juntando alguns bradas da zona dando alguns toques de música, estes uniram-se avançando com o projecto. Megga Bus unidos ao Nokia L.Chakas, Black Gun, Black L, General Ding fortificaram o grupo em Tete participando em muitos shows da Cidade conquistaram a confiança ao público sendo assim considerados os MCS do momento.


Nem por ai parou o agrupamento, doutro lado do Chiveve o Nino-fella lutando pelo enquadramento visto que quanto ao Hiphop; aquela Cidade andava a passos largos. O Nino-fella reecontra-se com um velho amigo Miggy B um Mc de Niassa e dai uniram levando o nome Underground Nasty avante compondo algumas letras junto com a irmã LadyB, Correndo com o tempo estes intregram mais um Mc no grupo (Lina Eve), só que não havia forças suficientes em levar o barco a um bom bordo.A esperança ai era grande neste jovem (Ninofella) andou cocheando foram-se os tempos em vazio sem ainda projectos na manga.
Tete sendo uma Província sem grandes instituições de ensino, um dos seus companheiros na qual coleccionador de músicas, onde estes trocavam músicas quando estavam em Tete, O Mo.Broooks, vai a Beira continuar a sua formação profissional, deram a vista novamente e o clima continuava, troca de músicas.
Acontece que estes residiam no mesmo “place” no Lar dos Estudantes do Instituto Industrial e Comercial da Beira então houve a mais valia correspondência, o Fella incorpora o seu amigo Mo Brooks no agrupamento e assim começaram a ter planos futuros a favor do grupo e não se esquecendo dos bradas de Niassa ( Lady B, Miggy B e Lina Heavy) comerçam a ter planos para gravar os primeiros singles mais sempre houve fracassos por causa de caprichos de terceiros e assim o Fella definitivamente decidiu pegar o barco andar com o Niggas Brooks.
As cenas doutro Lado de Tete não estavam paradas com a vinda do grande produtor ( fiften) em Tete abre horizonte aos outros Unastys em deixar gravados alguns números. O Megga Bus e O Black Stanho gravam um single que se tornou uma referência e muito contestado visto que criticava algumas figuras da Cidade de Tete como por exemplo o nosso jornalista Amarildo Romão e esta agravou consubstancialmente quando actuaram num show no cine Kudeca. Despertando assim os Mcs que estavam a estudar na Beira para a gravação o mais rápido possível do seu track “ desdo rovuma ao maputo”. Depois deste track gravado tornou-se um sucesso visto que era muito tocado nas rádios da Cidade da Beira.
Foram avançando com mais projectos a desejar, o Nino-fella e o M.O. Brooks acharam conveniente integrar mais um membro que era admirador do agrupamento este tornou-se mais um Mc da banda; o Marimon (aka Original skill).Depois do Fella concluir os seus estudos juntamente com o Marimon volta a Tete com muita garra afim de bazar sem paragem e logo surgiram avanços no agrupamento visto que voltaram a se unirem em Tete montando o seu estúdio de gravação.
Começaram a fazer as suas primeiras gravações numa faze experimental e dai com experiência e maturidade fortificaram o estúdio trabalhando dia e noite em busca duma personalidade.O Nino e Megga produziram varios jovens da cidade de Tete e conceituados músicos de renomes.

É de invejável reconhecimento que eles tiveram em caminhar com os musicos da praças estando a oferecer produtos de qualidade a todos utentes que procuravam os seus serviços.Em 2007 lançam um single intitulado “arroz com boi” que contaram com a participação de um Mc daqui da praça Metal Negro, este single causou muito furror no seio da população porcausa do seu tema. O pessoal tornou-se fã dos Underground Nasty pelo calor que transmitiam em palcos onde em todas degrissões faziam o melhor.

Planos
o agrupamento U.Nasty esta a preparar um album que vai contar com participação dalguns membros da Crew algumas participações doutros Mcs da praça com objectivo de incentivar outros rappers da praças a trabalharem no sentido de trazerem boas mensagens, fazer voltar aquele ritmo que era obstruido pelos Bling Blings.(2OO8).
Negritude 3.
Estarão a cargo a produção : O Megga Bus e NinoFella e contará com 15 temas, muito HipHop Underground, sobretudo mensagens educativas e o percurso no mundo HipHop.

TEMAS ( negritude III) Timbre o seu nome _Ninofella feat Meggabus (prod by Meggabus)
Money_ Ninofella, Meggabus e Alma Pura
Procure entender o mundo_Ninofella, Meggabus, Alma Pura e Anabela
Nunca Abandonarei o Rap_ Ninofella, Meggabus, Alma Pura e L.Chakas
O tempo é testemunho_ Ninofella, Meggabus, Alma Pura
Segunda Chance_ Ninofella e L.Chakas
Azar_ Alma Pura e Ninofella
Este que é o vosso problema_Meggabus
Avancem Mcs_ Ninofella, Meggabus e L.Chakas

E OUTROS
NAS RUAS (negritude II)
CONTA COM A PARTICIPAÇÃO DOS MCS DA U.NASTY E ALGUMAS PARTICIPAÇÕES. Estiveram na produção, MeggaBus e NinoFella.

ALBUNS
Mixtape...................................... 2004 à 2005
Negritude 1................................2006 à 2007
Negritude 2................................20007
Nino-fella....................................2006
Tempestade23Megga Bus.................................2006
O tempo e a VidaM.O. Broocks ........................2006

GRAVAÇÕESAMC STUDIOS.....................................................PELO SLOWLEY PROD.Gerson.................................................................................GS PROD.5 CHAVES

PRODUÇÕES FIFTEN
PRODUCÕES CARLOS DE LINA
PRODUÇÕES DRIFA
PRODUÇÕES PPM
PRODUÇÕES MARIMON
PRODUÇOES M.O. BROOKS
PRODUCÕES Underground

Nasty Familia (Membros) Ninofella, Meggabus, Nokia, Alma Pura, Black L, Black stanho, General Ding, Black Gun, Drumbit. Tete Cidade Bairro Francisco Manyanga,
Contacte.. ninofella +258825128449


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Zambézia com 12 grupos


A província da Zambézia far-se-á representar em Xai-Xai com doze grupos culturais no V Festival Nacional de Cultura. Estes grupos, de várias especialidades, foram eleitos no culminar da decisiva fase provincial do evento que decorreu de sexta-feira a domingo na sede distrital de Morrumbala, onde estiveram presentes mais de 600 participantes de todos os distritos e exibiram o melhor do que têm na cultura.

Assim, o júri escolheu para a especialidade da dança os grupos Kaluto de Morrumbala, Niketche de Alto Molócuè, Dança das Cobras de Namarrói e Nhambaro de Quelimane.
No teatro as honras do festival foram para o grupo Adjacoop de Mocuba, na música ligeira os felizardos são os Todulos de Quelimane e um artista da Maganja da Costa. Na música tradicional foram seleccionados John Dias, do Ile, Chibabane, de Gurué.
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Também foram seleccionados o jovem declamador Raimundo Agostinho, de Quelimane, Felismina Rosa, de Mocuba, para representar a gastronomia da província.
Ficou por determinar quem será o artista plástico que traçará o mapa da Zambézia em Xai-Xai, pois as peças enviadas pelos vários artistas estão a ser ainda avaliadas.

Entretanto, a Secretaria Permanente da Zambézia, Albertina Tivane, que presidiu as cerimónias de encerramento da fase provincial, atribuiu responsabilidades acrescidas aos grupos seleccionados para tudo fazerem como embaixadores da cultura zambeziana.
Apelou para a necessidade dos grupos “olearem” a máquina na preparação por forma que a província mostre ao país o seu manancial sócio-cultural e constem das maiores referências no panorama cultural nacional.
“A fase provincial foi um sucesso porque os artistas partilharam as melhores coisas que sabem fazer. Devemos aproveitar este entusiasmo para reforçar a nossa capacidade de fazer melhor e que na fase nacional logremos melhores resultados”, disse a governante, para quem é preciso exibir com mestria a identidade cultural da Zambézia.

A directora provincial da Educação e Cultura, Lina Portugal, disse no final do festival que os distritos tem um grande desafio nos próximos tempos de promover e celebrar os valores artísticos e culturais através da promoção de intercâmbios locais para estimular o aparecimento de talentosos. Explicou que o festival, para além da convergência cultural que criou ele proporcionou uma oportunidade de troca de experiência e que o sector que dirige continuará a investir para o pais continuar a crescer do ponto de vista cultural.
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V FESTIVAL NACIONAL DE CULTURA (1)

A CIDADE da Beira evidenciou-se na fase provincial de apuramento dos representes de Sofala ao V Festival Nacional de Cultura, cuja realização final está agendada para os dias 11 e 18 de Julho próximo, na capital província de Gaza, Xai-Xai. Com efeito, o “ Chiveve” conseguiu vencer em seis das 10 categorias exibidas na aludida etapa, nomeadamente escultura, humor, música ligeira, moda e teatro.

No entanto, o distrito de Gorongosa não se fez de rogado ao ser escolhido para representar a província na derradeira fase com poesia, artes plásticas e dança tradicional( Maphadza).
O júri, liderado pelo músico Jorge Mamade, teve uma tarefa difícil porque o “embate” estava renhido. Os representantes dos 13 distritos de Sofala procuraram, cada um à sua maneira, provar que estavam em condições de transitar para a fase nacional, só que as regras impostas mandam dizer que apenas 65 artistas desta parcela do país é que estarão na fase final de Xai-Xai.
Sendo assim, na categoria de música tradicional foi apurado o grupo Varimba, de Marromeu. Para além deste, os grupos femininos de Guerure do Búzi e de Chibabava beneficiaram de uma repescagem, estando assim apurados para irem à festa de Xai-Xai.
Para o caso da música ligeira, a sorte coube à jovem Júlia Duarte. Jorge Tadeu, de Gorongosa, transitou na categoria de poesia e Castigo, do grupo teatral Ndilongue, da cidade da Beira, foi escolhido como melhor humorista.
A Escola Secundária Mateus Sansão Mutemba, da cidade da Beira, foi a vencedora em fesitival de Moda.
Na categoria de escultura, a sorte coube a António Constâncio, também daquela urbe. Gorongosa voltou à carga ao conseguir a “pasta” das artes plásticas, com o artista Edson a ser o vencedor.
Quanto à magia, a grande novidade neste tipo de competições, a província de Sofala vai se representar em Xai-Xai através do grupo de Marromeu.
A nível do artesanato foi escolhido o artista Capece Domingos, da cidade da Beira.
A cidade da Beira conseguiu ainda ocupar a melhor posição a nível do Teatro, com o grupo Haya-Haya a exibir os seus dotes.
Na categoria de Dança, foram apurados três grupos, nomeadamente Mandoa, de Machanga, Maphadza, de Gorongosa, e Utse, da Munhava Matope.

FESTA EUFÓRICA NO APURAMENTO

Ao todo, participaram na fase provincial 340 artistas em representação dos 13 distritos existentes naquela parcela do país.
A delegação de Sofala far-se-á representar em Gaza por 75 elementos, dos quais 65 serão artistas e os restantes 10 serão técnicos do sector de Educação e Cultura e do “staff” do Executivo Provincial.
A fase provincial do Festival Nacional de Cultura foi caracterizada por muita festa, animação e, sobretudo muita euforia, próprio de eventos de género.
Houve desfile que percorreu várias artérias da cidade da Beira, uma exposição de artesanato e pintura, para além dos habituais discursos praxe, todos incidido no incentivo aos artistas e na necessidade de Sofala trabalhar no sentido de ir medalhar-se em Xai-Xai, facto que elevará deste modo o nome da província.

LÍNGUA E CULTURA IDENTIDADE DE UM POVO
A língua e a cultura são dois instrumentos que identificam um povo. Este pronunciamento foi defendido pelo Secretário Permanente de Sofala, António Máquina, durante a cerimónia de encerramento da fase provincial do V Festival Nacional de Cultura.
Máquina considerou que o evento da Beira veio reavivar a nossa identidade a nossa moçambicanidade, contribuindo assim para a valorização do vasto mosaico cultural existente nesta Pérola do Índico.
“Esta é a nossa identidade. A cultura e a língua são instrumentos de união de um povo. Vamos para Xai-Xai não apenas com o objectivo de ganhar, porque em eventos desta natureza não há vencedores, nem perdedores, mas a valorização da nossa cultura e a promoção de um espírito de unidade é o que está acima de tudo”- disse.
Por seu turno, Alves Cangana, director provincial de Educação e Cultura, reconheceu que, dada a grandeza do evento, aquela fase deveria ser concorrida no mínimo em dois dias, mas devido a problemas financeiros, os artistas disputaram-na em apenas um dia.
Esta situação acabou sobrecarregando, de alguma maneira, o júri, acto que implicou que os resultados viessem a ser conhecidos perto da meia-noite de sábado passado.

Eduardo Sixpence

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Associação dos Músicos da Beira sob fortes contestações

O ELENCO directivo da Associação dos Músicos da Beira (AMBEIRA) está sob fortes contestações movidas por alguns dos seus filiados. Começam por dizer que a agremiação, desde a sua constituição há mais de 10 anos, nunca realizou pelo menos uma Assembleia Geral. A falta de qualquer assistência aos compositores e intérpretes Gil Pinto e Vicente Ceiva, bem como ao guitarrista Lucas, internados na maior unidade sanitária da região centro do país foi “a gota que fez transbordar o copo”, com alguns membros a exigirem prestação de contas alegando que há fundos que circulam e que não são tornados públicos.

Os músicos da Beira citam o exemplo de Gil Pinto, um dos músicos mais antigos da cidade da Beira, que foi há semanas internado no Hospital Central da Beira. Foi submetido a uma intervenção cirúrgica, mas não beneficiou até então de qualquer apoio nem da AMBEIRA, onde é membro, nem de qualquer outra instituição.


A mesma situação está a acontecer com o compositor e intérprete Vicente Ceiva e com o seu guitarrista Lucas. O primeiro está doente há bastante tempo e já ficou internado por vários meses no Hospital Central da Beira. O segundo foi há dias vítima de um acidente de viação que fez com que fosse internado na mesma unidade sanitária.

Todos estão entregues às suas sortes, por conseguinte, clamam por apoio. Este facto fez com que um grupo de músicos, da velha guarda e da nova geração, exigisse no final de semana passada à direcção da AMBEIRA que se pronunciasse sobre as contas da agremiação e movimentasse alguma “palha” em prol daqueles infortunados.
Entre os que reivindicam consta o nome do decano João Sutho. Ele acusa a associação de inoperância e falta de transparência na gestão da coisa pública. Não só, diz haver arrogância no seio da direcção, com particular destaque para o Secretário-Geral, Said Aly, que na sua apreciação tem tratado os associados como se de seus empregados se tratasse.

Sutho afirma ainda de “boca cheia” que circulam fundos de organizações governamentais e não governamentais na AMBEIRA, mas a direcção continua a gerir o silêncio suspeitando-se que haja desvio de aplicações.

Carlitos, dos Mussodji e Manune Jackson são outros dos nomes dos artistas que final de semana passado, na Casa Provincial de Cultura de Sofala, tentaram sem sucesso pressionar a direcção da AMBEIRA a falar publicamente sobre o estágio da agremiação, uma vez que nos últimos tempos o “staff” anda de reuniões em reuniões sem no entanto explicar aos associados o que na verdade estava a acontecer.

Os artistas referem igualmente que desde o passado 21 de Maio de 2007 a AMBEIRA nunca realizou uma actividade e/ou encontro com todos os seus associados, estimados em mais de 200 pessoas, entre músicos, guitarristas e outros instrumentistas.

VAMOS REVITALIZAR A AMBEIRA – segundo Saidinho, SG
Diante deste cenário, o nosso Jornal contactou o secretário-geral da Associação dos Músicos da Beira, Said Aly, mais conhecido por Saidinho. Ele reconheceu a inoperância da agremiação, mas afirmou que o seu “staff” está nos últimos tempos envolvido numa série de actividades que visam revitalizar a AMBEIRA que de facto nunca realizou alguma Assembleia Geral desde a sua criação em 1994.

Saidinho disse ainda que entre várias coisas a agremiação está na fase de reestruturação dos seus estatutos que já não vão ao encontro da realidade.
Este assunto, segundo o secretário-geral da AMBEIRA, culminará com a realização, num futuro breve, da Assembleia Geral da organização.

Questionado sobre os músicos que se encontram hospitalizados no Hospital Central da Beira, Saidinho disse que a AMBEIRA não tem verbas capazes de dar resposta a qualquer assistência médica e medicamentosa aos visados. Ademais, maior parte dos membros da agremiação não pagam quotas, mas assegurou que ira tentar fazer “lobbies” junto de parceiros para apoiar os até então internados.

“Desconheço os fundos de que os músicos têm vindo a falar. Mas nós temos procurado responder a algumas questões pontuais, como é o caso de compra de caixões para os músicos e seus familiares. Este é um esforço que fazemos através de alguns “lobbies”. O maior problema é que a associação não é coesa. Nós não podemos adivinhar que o músico fulano está doente, tem que nos aproximar”, disse.

Fonte: E. SIXPENCE

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segunda-feira, 16 de junho de 2008

Al Jazz Produtor e MC

O jovem "Al Jazz"


Samuel Lázaro, nascido 29 de julho de 1986, conhecido como Al_jazZ produtor e emcee (digamos que aposentado).
Ja a trabalhar na cena hip-hop a 5 anos, é descoberto pelo seu Primo Moisés a.k.a Tchumpengho do grupo na época denominado por Abelhas Subterrâneas e Zé um antigo amigo que reside agora em Pemba também eMcee. Como eMcee ja vem participando em 2001 de varios concursos de freestyle de rua com Raios Líricos seu irmão e Fugitivo Psicótico actualmente Recruta Civil seu primo, que mais tarde formam um grupo chamado Aracnídeos do Esgoto actual Aracnídeos, grupo este que era produzido pelo próprio Al_jazZ na época Cérebro.
Tendo-se identificado mais na área de produção, ele se inspirava particularmente no agrupamento Wu-TanG e seu oficial produtor THE RZA, GangStarr seu produtor DJ Premier, PeteRock e DrDre.
Com os Aracnídeos Al_jazZ grava 2 albuns nada oficiais apenas “coisa de rua” e amigos em 2003 e 2005. Apartir de 2004 começa a trabalhar em diversos projectos externos participando como emcee e produtor em alguns dos projectos das Abelhas Subterrâneas, Império Sagrado e Conexão da Lama e produzindo e misturando várias músicas com vários emcees de outras áreas difíceis de nomeá-los neste momento.



Passando-se 4 anos de muita saga musical no estilo digamos que Horrorcore & Hardcore Rap, em 2006 descobre a sua actual Label a 911 EstudioGenérico, tendo mudado radicalmente da opinião que tinha em relação ao Hip-Hop e abrindo a sua mente prá outros horizontes musicais explorando e se inspirando na Produção com mais amplitude dos Produtores J-Dilla, MadLib, Illmind, KevBrown.. etc, mais não deixando de admirar a sua Origem de deixar bem claro.
Da sua Label jazZ conhece primeiro Neurotoxina e depois seu irmão FreeYaMind e de seguida os restantes membros da 911. Tendo cada um apreciado a capacidade do outro, formam um grupo o PaiolSonoro, grupo este que lança em 2007 dois projectos: Paiol Sonoro Classicos - Maketrafico Vol.I e Paiol Sonoro - Sessões de Remistura.
Tenta Isto Em Casa vol.I .
Discografia
Aracnídeos – O que dizem as Escrituras(2005)
Império Sagrado – Envagélio Eterno [Remisturado] EP (2006)
Paiol Sonoro Classicos - Maketrafico Vol.I(2007)
Paiol Sonoro – Sessões de Remistura.Tenta isto em kasa vol1(2007)
Samurai e Professor Bastard – Origens de Ferro EP(2007)

Publicada por 911 Estudio Generico

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50 Cent de pescoso despido!!!

Veja momento em que a joia sumiu...

Veja em video como 50C foi despido

Foi neste momento em que o pescoco de 50C foi despido

A polícia angolana já deteve o alegado autor do roubo de uma jóia do rapper norte-americano 50 Cent, em pleno palco, quando este dava um concerto em Luanda na passada quinta-feira, disse hoje à Agência Lusa fonte policial.

O músico, acompanhado da sua banda G- Unit, actuava em Luanda integrado no Festival da Paz, quando, depois de tocadas seis músicas, um jovem furou a segurança e subiu ao palco onde tirou a jóia que 50 Cent tinha ao pescoço, escapando entre a assistência.


O superintendente Divaldo Martins, chefe do Gabinete de Operações da Polícia Provincial de Luanda, explicou à Lusa que o presumível autor do furto entregou-se à polícia, acompanhado da família, no domingo, mas a jóia ainda não foi recuperada.

«Depois de se entregar, o jovem assumiu ter sido o autor do furto mas disse ter perdido o colar logo de seguida», adiantou Divaldo Martins.



O oficial disse ainda à Lusa que a polícia mantém o objectivo de recuperar a jóia.
O presumível autor do furto entregou-se depois de a polícia ter difundido imagens que permitiam a sua identificação, captadas segundos após o ousado gesto.


O actor principal da novela de 50C

Informações avançadas pela imprensa angolana mas sem confirmação oficial indicam que o objecto estará avaliado em cerca de 600 mil euros.
O concerto da G-Unit foi interrompido logo após o roubo, que aconteceu, ironicamente, quando a banda apresentava o tema «So Seductive».

Fonte: Mak Da P

Recorte do Jornal deAngola

O corajoso jovem que assaltou 50 Cent, no espetáculo da G-unit realizado pela Casablanca na Cidadela Desportiva, em Luanda, foi detido domingo dia 4 de Maio, pela Polícia Nacional, chama-se Bruno Carvalho e segundo a imprensa angolana, foi a própria família que o denunciou, após a divulgação das imagens pela televisão.

Em declarações a imprensa, o intendente Divaldo Martins, director de operações do Comando Provincial de Luanda, afirma que o jovem foi capturado por volta da 17 horas de domingo depois de uma investigação policial, e informou ainda que por altura da sua detenção, ele não se encontrava com a jóia em sua posse, justificando tê-la perdido horas depois do assalto".
Pelo youtube podemos ver como ocorreu o assalto, basta digitar 50 cent Angola. Embora tenha sido um acto criminoso, o jovem Bruno Carvalho está a ser tido como herói nas streets e motivo para comparar os ganstar na américa e os bandidos de Angola, pessoas há que já assistiram a concertos na américa e nunca presenciaram uma cena destas, motivo pra dizer os mwangolês são F*didos.

Minha opinião: Atenção meus irmãos esta actitude é reprovável, porque houve mesmo intenção de crime, uma coisa é um fã que admira o interprete e quer ficar com coisas deste, outra coisa é o que vemos nas fotos, ele arrancou o fio no pescoço de 50 cent. Epah isso não é pra ficarmos orgulhosos, como quem diz os ganstas dos Estados Unidos não aguentam os Bandidos de Angola.

Quando 50cent estava a cantar a música candy shop, um fã, bastante emocionado saltou para 50 e este ficou sem o fio que carregava ao pescoço, o mesmo saltou ao público para tentar reaver o fio que acredito ser de bastante valor, justificando assim a actitude de lançar-se ao público em busca do fio, segundo fontes da segurança da Casablanca 50 ao lançando-se ao público acabou ficando sem o relógio, a toca e o chapéu, as versões não oficiais e não muito credíveis, dizem que 50cent terá também apanhado umas galhetas do público, o que é pouco provável já que 50cent em momento algum pareceu agressivo com o publico.

O que é verdade é este lamentável e vergonhoso facto, embora ter visto muitos angolanos contentes com este roubo a Fifty, alegando que se na américa tem gansters em Angola há gatunos bandidos, com quem diz somos maiores, e como se isso fosse um for um orgulho nacional. Faltavam ainda algumas músicas para terminar o show, Miguel Neto o apresentador da noite foi obrigado a pedir aos fãs que devolvessem o fio para a continuidade do show, mas isso não aconteceu o show terminou ai.

Fonte: DINO CROSS

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