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segunda-feira, 25 de maio de 2009

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segunda-feira, 13 de abril de 2009

Parafuso finalmente...On line.

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segunda-feira, 30 de março de 2009

A história inédita do Grande Parafuso contada pelo seu pelo próprio punho


Manuel Romão Félix, nascido em Lisboa no dia 20 de Janeiro de 1936, casado com a minha Josefina, Manuela Félix desde 1961.

Fui para Moçambique, Lourenço Marques em 1943, onde estive até 1976, ano em que tive de regressar a Lisboa pelos motivos que são do conhecimento de todos.

Não posso dizer que foi difícil a minha adaptação a Lisboa, embora como todos os “retornados”, tenha passado as passas do Algarve como se costuma dizer.

Voltando ao”meu Moçambique” ali passei os meus melhores anos da minha vida, , andei na escola Paiva Manso onde fiz a minha primária, frequentei durante algum tempo a escola especial, onde o director era o Malveiro, depois fui para a escola comercial onde fiquei só até ao 3º ano…

Aos 15 anos comecei a trabalhar num despachante oficial (Hélder Barata) estive por lá dois anos e tal e o meu vencimento na altura eram uns 500 escudos, , depois passei para uma firma de transitários “Fred Cohen Goldnan” e já lá trabalhava o Bebé Carreira que já ganhava umas massitas.

Em 1955, o Rádio Clube de Moçambique, fez um concurso para cançonetistas, instrumentistas, e
imitadores, classe em que eu concorri.

Fiquei em 1º lugar imitando um negro na sua maneira típica de falar o Português e assim nasceu “O Parafuso”

Dali para a frente, felizmente o sucesso foi grande, fui então convidado pelo RCM, e passei a fazer parte do seu Cast Artístico, participando nos famosos programas de variedades ás terças e sextas feiras.

Depois, passei a fazer espectáculos em todas as grande e famosas salas de Lourenço Marques, percorri todo o Moçambique, fiz muitos espectáculos na África do Sul, (Johannesburg, Pretória, Durban, Cape Town).

Em Moçambique, gravei 18 discos, o maior numero até á data, e todos eles atingiram RECORD DE VENDAS.

Durante a minha fase artística, trabalhei na Delta Publicidade que era dos meus amigos Carlos Albuquerque e Graça.

O Albuquerque ali fazia diverso serviço publicitário, e tinha também, para além dum programa do Parafuso, colaboração em locução noutros programas.

Em 1955 fui para Boane cumprir serviço militar e ali conheci a minha mulher Manuela, o grande suporte da minha vida, e este ano fazemos já 47 anos de casados…

Em Lisboa o Parafuso, também teve um sucesso enorme, gravei dois discos single, sendo o 1º “Parafuso em Lisboa” o disco mais vendido em Portugal, foram qualquer coisa como 60 000 exemplares na época era muito disco…depois fiz ainda um espectáculo na TV e diversas actuações pelo País…

Em 1984 o “Parafuso” arrumou as botas, mas não quer dizer que de vez em quando não faça umas gracinhas, nem que seja para os netos…

Naturalmente a minha vida artística foi muito completa e muito ficou por dizer, mas por estas linhas, certamente que muitos ficarão a saber um pouco da vida do PARAFUSO.

A si argúem ficaste chatiado com este mensagem do Parafuso, descurpa… Sim…chi…mas cada um és como cada qual, mas ninguém és como evidentemente….ambanine e qui o chicuembo proteja todos vocês...

Ambanine tátá...

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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Quem esqueceu Romao Felix, O Parafuso?

Click na imagem.

O meu amigo Roger escreveu-me a contar novas do meu idolo Parafuso. Nos meus tempos de mufana o gajo me gargalhava manigue mesmo com a Josefina dele. Embora eu ja havia postado algo sobre o artista nas primeiros dias deste blog, decidi juntar o resto do material que o Rogerio me mandou mais algum que tinha em arquivo e aqui esta para partilhar com quem gosta de ser feliz.

Em meados da década de 70 Portugal vivia a euforia da liberdade e uma série de transformações sociais motivadas pelo regresso de milhares de portugueses vindos das ditas "ex-colónias".

Mas nem o constrangimento motivado por esta situação evitou o sucesso de um humorista moçambicano, Romão Félix, que, com piadas simples mas certeiras, traçou, ao longo dos seus textos e interpretações, um retrato caricato da vida lisboeta.

Neste áudio o "Parafuso" telefona para casa, Moçambique, e descreve, de forma hilariante, o que tem visto na capital portuguesa, coisas novas para ele, como o metro, a televisão, a publicidade, etc.

Este vinil rodou em muitos gira-discos da época e as emissoras de rádio mais populares assaram-no até à exaustão.
"O Parafuso" foi gravado em disco a partir de uma apresentação televisiva. No início da gravação pode ouvir-se a apresentação feita por Fialho Gouveia.

Veja o video aqui.


Eis o link para o site do meu amigo Rogerio. Clique e aproveite.
http://rogertutinegra7.multiply.com/

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sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Parafuso, O Comediante

Parafuso.
Um Contador de estorias de Mocambique com um saudavel sentido de humor.
Radicado em Portugal, relembra e faz lembrar com saudades da terra querida que ficou para tras, Mocambique.

Click nos links abaixo para uma amostra.

http://www.malhanga.com/parafuso/18-emigrante-e-retornado.html

http://www.malhanga.com/parafuso/05-mensagem.html

http://www.malhanga.com/parafuso/04-namorada_que_sonhei.html

http://www.malhanga.com/parafuso/11-fabiao-o_cowboy_trinita.html


Click no Link abaixo para outros temas deste artista.
http://www.malhanga.com/parafuso/parafuso.htm

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