Mostrar mensagens com a etiqueta Escola de Musica. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Escola de Musica. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 20 de abril de 2010

Stop pirataria

OS ministérios da Cultura (MC) e do Interior (MINT) estão a estudar formas de redobrar o combate a pirataria na componente de produção e reprodução de material discográfico. Nos últimos anos, a pirataria tornou-se uma prática generalizada em Moçambique, particularmente nos grandes centros urbanos, onde existe material discográfico pirateado a venda em todas esquinas das cidades.




O Ministro da Cultura, Armando Artur, e o Comandante-geral da PolÍcia (PRM), Jorge Khalau, reuniram quinta-feira passada para debater este problema e encontrar formas de solucão.

Para Armando Artur, ministro da Cultura, o desafio consiste em redobrar as acções de combate a pirataria, no qual a Polícia assume o papel de proa, estendendo suas acções à escala do país.

Artur defendeu no encontro que “o combate desta prática ilícita requer uma acção integrada e inter-institucional, na medida em que a legislação, por si só, não logrará atingir o sucesso que almejamos”.

A pirataria em Moçambique é caracterizada pela gravação digital ilegal de fonogramas e videogramas, associado às facilitadas que o acesso à internet oferece.

O comandante geral da PRM, Jorge Khalau, considerou a pirataria como um crime e que deve ser tratado como qualquer outra infracção.

“A violação do direito do autor é um crime e nós precisamos desmantelar todas as industrias piratas que andam por aí” disse Khalau, tendo sublinhar que a missão não passa do envolvimento de toda a sociedade.

“Precisamos desmantelar a indústria ilegal e para tal contamos com a ajuda de todos (da sociedade, do ministério da cultura e até do próprio autor/músico) na denúncia de todo o tipo de produto pirateado, não importa a proveniência, seja nacional ou estrangeira”, disse Khalau.

A arte em Moçambique, como em qualquer outro país, constitui um instrumento de geração de riqueza, no desenvolvimento económico do país e sobre tudo na luta contra a pobreza.

O MC diz estar a desenvolver acções visando a formação de agentes fiscalizadores em matérias relacionadas com a lei dos direitos do autor e direitos conexos, assim como o combate à pirataria, para além do trabalho de mobilização e sensibilização dos criadores artísticos, agentes económicos e a sociedade em geral a contribuírem com acções de denuncia de actos de contrafacção de produtos culturais.

No encontro, ficou de comum acordo que técnicos do MC irão trabalhar com a PRM na identificação do produto cultural pirateado, existente nos mercados formais e informais.

REGULAMENTO À VISTA

Maputo, Quarta-Feira, 7 de Abril de 2010:: Notícias
O GOVERNO aprovou em 2001 a Lei 4/2001 sobre os Direitos de Autor, a qual revoga o Código dos Direitos de Autor aprovado pelo Decreto-Lei 46.980, de 27 de Abril de 1966. Volvidos nove anos sobre a aprovação daquele novo dispositivo legal datado de 27 de Fevereiro de 2001, não existe ainda o seu regulamento, instrumento indispensável para a sua efectiva aplicação.

A falta de regulamento tem impedido várias acções tendentes não só ao combate à pirataria, mas sobretudo viradas para o estímulo, promoção e defesas de todas iniciativas no domínio das artes, ciência e da cultura.

Entretanto, de acordo com informações facultadas ao nosso jornal pelo director do Instituto Nacional do Livro e Disco (INLD), Boaventura Afonso, estão curso consultorias visando a produção do Regulamento da Lei 4/2001. Além do Regulamento da Lei sobre os Direitos de Autor, também foi contratada uma consultoria que neste momento está a trabalhar para a regulamentação da indústria musical.

Revelou que os consultores que estão a trabalhar sobre o Regulamento dos Direitos de Autor estão neste momento a trabalhar em algumas províncias do país, auscultando as diversas sensibilidades sobre a matéria. Disse que nesse âmbito já foram visitados às províncias de Inhambane e Nampula, esperando-se que nas próximas duas semanas, mesmo trabalho seja efectuado em Maputo.

Indicou quem em Junho próximo, os consultores vão apresentar a primeira versão do Regulamento, prevendo-se que na ocasião se organize um seminário nacional no qual o documento será debatido antes de ser levado às entidades competentes.

Entretanto, Boaventura Afonso, revelou que há várias consultorias contratadas para a produção de diferentes dispositivos legais no campo das artes, da ciência e da cultura.

Apontou como exemplos, instrumentos legais relativos à política linguística e desenvolvimento da indústria cultural.


notícias

Leia Mais…

segunda-feira, 29 de março de 2010

Video das Gabriela - Longa estrada


Leia Mais…

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Músico Paulo Flores leva "Ex-Combatentes" novo CD da trilogia ao Bela Shopping


O músico Paulo Flores estará domingo (23 Agosto) no Bela Shopping, em Luanda, para uma sessão de venda e assinatura de autógrafos do seu mais recente trabalho discográfico, a trilogia “Ex-combatentes”.
A intenção é, segundo fonte da instituição que avançou a informação à Angop, proporcionar a crianças, jovens e adultos a oportunidade de comprar a obra e poderem apreciar as suas músicas, que já fazem sucesso por toda Angola.“O Belas Shopping regozija-se por acolher este astro da música angolana e acredita que será um momento simbólico na carreira do artista dado o volume de pessoas que habitualmente frequentam o espaço”, reforça a fonte.
"Ex-Combatentes", é uma trilogia com três discos, nomeadamente “Viagem”, “Sembas” e “Ilhas”, tendo temas em que o artista procura trazer uma reflexão sobre o que sente perante as transformações que observa todos os dias da janela da sua casa. O CD traz a público 27 músicas (nove em cada disco), três dos quais roupagens de “clássicos” nacionais e de Cabo Verde e os restantes inéditos, que foram produzidos em Angola, Portugal e Brasil.
Paulo Flores, 37 anos, é natural de Luanda e começou a cantar em Portugal, aos 16 anos de idade. É embaixador da boa-vontade do PNUD e na sua carreira conta com 11 discos lançados, para além de várias participações em obras de músicos angolanos e estrangeiros.
fnt/Angop

Leia Mais…

Eduardo Paím prepara novo disco com o título "Massambissambi"

O músico angolano Eduardo Paím prevê lançar, ainda este ano, no mercado, um disco com o título "Massambissambi" e uma colectânea de sucessos antigos, anunciou o cantor.

Em entrevista à Angop, o também produtor musical esclareceu que o disco comportará doze faixas musicais inéditas, enquanto a colectânea terá dez, incluindo dois temas novos.

Quanto aos estilos que incluirá no novo CD, o instrumentista indicou o kizomba e o semba, como géneros preferidos, porque tenciona que o mesmo seja "parecido ao Eduardo Paím de outros tempos".
Hoje, tenho a obrigação de cumprir não só com minha inspiração, mas também com a sensibilidade dos meus admiradores, disse, argumentando que "quando um musico já definiu estilos não é muito bom que fuja completamente", sublinhou.

Eduardo justificou que as versões de músicas antigas surge para a satisfação dos seus fãs, muitos dos quais não tiveram a oportunidade de obter esses trabalhos.
Quanto a produção, o criador do género kizomba, disse que conta com a colaboração de outros criadores, sem contudo mencionar nomes.

Há uma série de jovens que eu particularmente admiro, reconheceu, e pude trocar impressão técnica com alguns deles para participação na composição, criação, concepção de arranjos ou na composição de letras.

Quanto aos estúdios "EP", sua pertença, o músico fez saber que tem previsto a curto prazo a actualização dos recursos técnicos e a sua reestruturação.
"Estamos a fazer adaptações", disse, antes de reconhecer que na altura eram os únicos, e os trabalhos eram constantes, agora "temos que concorrer com os outros e isto tem que se fazer sentir na qualidade dos trabalhos, porque agora estamos mais virados na caça de talentos”.

General Kambuengu, como também é conhecido nas lides musicais, tem participações em vários discos de artistas nacionais e não só e conquistou três discos de ouro em Portugal, pelos seus sucessos musicais. Tem publicados sete discos, entre os quais “Luanda Minha Banda”, “Do Kaiaia”, “Mugimbos” e “Maruvo na Taça”.
Fonte Angop

Leia Mais…

segunda-feira, 27 de julho de 2009

A marcha nupcial moçambicana



Realizou-se de 14 a 16 de Maio último a II Conferência Nacional Sobre Cultura, que contou com a participação de gente de todos os estratos sociais da população deste belo Moçambique. As questões da Identidade Cultural foram as que mereceram maior destaque nesta conferência havida em Maputo, numa prelecção que foi uma verdadeira festa da diversidade do mosaico cultural nacional.
Todavia, apesar dos debates calorosos e apaixonantes e das brilhantes comunicações apresentadas com profundidade pelos nossos intelectuais e académicos, que encheram de orgulho a plateia, ao constatar que Moçambique já tem filhos tão brilhantes como Mondlane, cuja memória será recordada ao longo de 2009, ano da celebração dos 40 anos depois do seu macabro assassinato, acreditamos que se fosse vivo orgulhar-se-ia por ver que a sua semente está a dar os frutos que sempre desejou. Mas mesmo assim, algo ficou esquecido nestes debates, o que é natural, dado haver tantos assuntos para poucos dias da conferência.

Eu, reflectindo sobre o pós-conferência, não só tenho ainda muitas perguntas a inquietarem o meu ego, como também me propus a trabalhar na busca de “novos” caminhos que nos conduzam a resgatar valores esquecidos, adaptando-os ou renovando outros para que se insiram na vida contemporânea da nossa sociedade.

Mas comecemos pelas perguntas que a Conferência nem sequer aflorou, mas que a mim apoquentam dia e noite.
Porque é que celebramos carnaval baseado na história e calendário romano? Será que não temos algo semelhante na nossa história e nas nossas tradições que possam corresponder ao carnaval como é feito na Europa e nas Américas e num calendário adequado à realidade africana, e neste caso moçambicana?

Qual é a relação que o Dia de São Valentim tem connosco, com a nossa cultura e com as nossas tradições? Será que nós somos seres insensíveis e incapazes de amar? Não há histórias ou factos que possam levar a nossa sociedade a proclamar o seu dia dos Namorados? Permitam-me recordar aqui a história recente da nigeriana Amina Lawal que foi condenada por amar. Ela engravidou de um homem que amava, como única forma de fazer valer a sua paixão, desafiando tabus impostos por uma certa religião que a muito precisava de reforma. Esta mulher, em defesa do Amor, enfrentou uma condenação à morte decretada pelo regime que trocou as tradições da sua cultura pela religião trazida do exterior.

ENFRENTANDO A MORTE POR AMOR
Ela tinha de enfrentar a morte simplesmente porque amava.
Graças à solidariedade nacional e internacional, que inclusive impediram a realização do concurso Miss Mundo, e do aviso dos jogadores da famosa e poderosa selecção nigeriana a ameaçarem desistir de participar em competições internacionais incluindo a copa africana em protesto contra a decisão de sentenciar a morte a mulher que engravidou do homem por quem nutria o nobre sentimento que é o amor.

A pergunta que se faz é: o que dizem a isto os apaixonados do nosso país em particular e de África em geral que continuam a festejar a bênção de namorados europeus que se quiseram casar fora da lei injusta vigente da antiga Roma?

Nos casamentos modernos, mesmo nos mais “africanistas”, vemos os noivos a desfilar em marcha nupcial, no compasso de uma música composta por Felix Mendelssohn no século XIX, mais precisamente em 1842, o que é que esses noivos sentem com a tal marcha? Já não falo dos trajes com aqueles grinaldas a lembrarem a Virgem Maria que teve um filho mas Imaculada.

A resposta comum de que vivemos num mundo global aqui não pega, pois os chineses, japoneses ou indianos estão muito mais envolvidos do que nós no mundo global, têm mais dinheiro do que nós e por conseguinte são mais consumistas do que nós, mas ligam muito pouco esse tipo de influências de tradições estranhas às suas culturas.

Como eu não tenho respostas nem para isto e muito menos para mais outras coisas que me escusei de enumerar, depois desta provocação cada um já pode continuar a fazer mais questionamentos. A verdade porém, é que nem me interessam muito as respostas, mas sim uma reflexão nacional em busca de alternativas baseadas na nossa rica cultura e nas tradições refinadas que vale a pena os nossos investigadores trazerem-nos para o nosso conhecimento e requalificá-los para o nosso tempo.

Confesso, por exemplo, que já me dou por muito feliz passados que foram aqueles tempos em que evocar os espíritos dos nossos ancestrais era sinónimo de práticas obscurantistas, quer pelo regime colonial com políticas baseadas na aliança com a Santa Sé, quer ainda nos primeiros anos da nossa independência, com políticas buscadas no materialismo dialéctico. Hoje pahlar está a tornar-se numa prática “quase” que “oficial e pública” embora ainda contendo um senão de representação teatral. A evocação dos ancestrais ainda que com champanhe e vinho, já é um sinal de reconhecimento e tomada de consciência de que devemos evocar os espíritos dos nossos ancestrais em todos os momentos cruciais da nossa vida e sobretudo na tomada das grandes decisões. Isto não é nada doutro mundo. Os crentes das religiões cristãs fazem o mesmo.

Alegra-me ver que até os estrangeiros dotados de conhecimentos que os levam a irem a Lua e voltarem à Terra com segurança, e que acreditam que Deus está no Céu, e esse Céu está em cima, agora vergam a sua espinha perante a mais forte tradição africana que acredita que os espíritos dos seus ancestrais estão em baixo, por isso, antes de se construir a ponte, antes de se construir a estrada, antes de se construir a linha ferra, antes de se começar com esses grandes empreendimentos, tem que se pedir ou rogar aos espíritos do local onde se pretende realizar o empreendimento.

É isto que me faz pensar que é preciso consolidar essas práticas, rebuscando os costumes antigos e refiná-los para implementar nas práticas do nosso dia-a-dia e sem criar choques ou conflitos que possam produzir resistência.
Foi assim que, uma semana depois da Conferência Nacional sobre Cultura, e ainda sob a emoção dos grandes debates, decidi lançar um desafio à CNCD para produzir uma Marcha Nupcial Moçambicana.

A ocasião foi-nos proporcionada pelo Dr. Teodoro Waty, presidente do Fundo de Desenvolvimento da Acção Cultural FUNDAC, por ocasião do casamento da sua filha Drª Tânia Waty, ele colocou-nos o desafio de encontrar para aquele casamento uma alternativa à tradicional marcha nupcial.

PRODUZINDO A MARCHA NUPCIAL
Para a proposta da nossa “Marcha Nupcial” baseamo-nos no Muthimba, dança da região sul de Moçambique, que resultou da misciginação nguny durante a sua expansão pelo território moçambicano no século XVIII. Muthimba acompanhava a noiva para a casa do noivo. O conhecimento do significado simbólico desta dança foi suficiente para a escolha da mesma para a incursão criativa que fizemos.

Da rejeição simples daquilo que não nos diz nada, passamos à acção de resgate da nossa cultura. Começamos por compor a letra e proceder a arranjos musicais com timbila, percussão de tambores, xipalapala e vozes, o que resultou em cheio para o gáudio de centenas de moçambicanos que testemunhavam este acontecimento histórico. Na verdade, não nascia uma nova “Marca Nupcial, mas a recreação da nossa Marcha Nupcial”.

A melodia tem uma base simples que permite uma assimilação rápida por quem canta e para quem ouve. Pode até ser acompanhada por quaisquer instrumentos melódicos desde timbila, piano, órgão, teclado, com ou sem percussão. Pode incluir um solo vocal com alguma sofisticação dentro da estrutura do coro, ou até pode ser um simples coro de vozes, como geralmente acontece em cerimónia desta natureza. A lírica é adaptável para várias línguas e permite a inclusão dos nomes dos noivos.

Este facto faz com que a nossa “Marcha Nupcial” possa estar sempre presente e ao alcance de todos os nubentes. Orquestras profissionais ou amadoras, corais profissionais, amadores ou populares, todos têm aqui uma proposta em que os moçambicanos são convidados a dar mostra do orgulho daquilo que é seu, apoiando esta iniciativa que a CNCD pretende aprofundar e fazer uma ampla divulgação, usando meios modernos de disseminação.

Na primeira oportunidade, vamos gravar três versões: instrumental, vocal, e junção de vocal com instrumentos. Depois trabalhar com uma orquestra convencional, e com um grupo coral profissional, para se ter um produto final de qualidade para ser usado em todas as conservatórias, igrejas e mesmo pelos DJ habitualmente contratados para estas cerimónias.

Assim, a partir de agora, os moçambicanos têm a sua “Marcha Nupcial”, com o registo da CNCD que mais uma vez vem provar o seu papel de pioneiro e vanguardista na pesquisa, criação e divulgação de valores autênticos da moçambicanidade, resgatando a cultura e as tradições, conferindo ao Homem moçambicano a auto-estima e orgulho de ser moçambicano. Assim está feita a nossa parte, está lançada a semente que irá gerar a verdadeira MARCHA NUPCIAL MOÇAMBICANA, agora só resta o seu apoio para esta iniciativa que traz novos horizontes no mosaico cultural moçambicano.
David Abílio

Leia Mais…

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Chonguiça apadrinha Escola de Música


O conceituado saxofonista moçambicano Moreira Chonguiça está a realizar uma série de beneficiações à Escola Nacional de Música, com vista a melhorar a imagem e a performance educacional daquele estabelecimento de ensino de música no país.
Com efeito, a primeira acção do músico foi oferecer um cheque no valor de mil dólares americanos e posteriormente um outro cujo valor foi de 12 mil randes.

Com este dinheiro, a Escola Nacional de Música investiu na compra de equipamento musical, entre ele palitos para saxofone, cordas de guitarra, paquetes para bateria entre outros acessórios.

Por outro lado, Moreira Chonguiça promoveu e dinamizou a realização de wokrshops musicais entre os alunos da escola e o maestro americano Peter Mark, da Opera de Virgínia e que participa no V Festival Internacional de Música de Maputo. Os encontros entre Peter Mark e os alunos da Escola de Música estão a ser coordenados pelo saxofonista Moreira Chonguiça, que é, por sinal, uma das maiores atracções dos jovens músicos daquela instituição de ensino, e não só.

Entretanto, para reconhecer os feitos deste jovem músico em prol do desenvolvimento da música e da instituição onde ele estudou, o ministro da Educação e Cultura Aires Aly, visita esta manhã, pela primeira vez desde assumiu aquele cargo, a Escola Nacional de Música. Aires Aly pretende ver de perto o trabalho de Moreira Chonguiça e realçar o seu empenho no sentido de conferir maior qualidade ao ensino da música no país.

Por outro lado, Aly dirige-se àquela escola para ver os avanços registados no processo de ensino e aprendizagem a nível da música e inteirar-se ainda de uma série de actividades culturais que decorrem na escola, agora também com a intervenção deste conceituado saxofonista, que já arrecadou vários prestigiados prémios no mundo da música e que constituem um verdadeiro orgulho para o país.

Na visita a efectuar, um dos grandes objectivos do ministro Aires Aly, é o elogio público e o agradecimento ao prestigiado saxofonista Moreira Chonguiça considerado o “Padrinho” daquele estabelecimento de ensino pelo seu empenho e interesse em ver os petizes daquela escola a evoluírem e a terem o gosto pela música como uma profissão e “instrumento” para o seu auto-sustento.

O ministro da Educação e Cultura, define a visita como um momento para auscultar os petizes daquela escola nacional, explicando-os a sua importância tendo em conta o contributo que ela dá a muitos músicos moçambicanos que ali estudaram.

Moreira Chonguiça estudou naquela escola ainda pequeno, estando hoje a residir na cidade sul-africana do Cabo. Ele é uma das estrelas musicais que mais ilumina naquele país e no Continente Africano


Leia Mais…