Uma proposta para revisão do regulamento de espectáculos deu entrada este mês na Direcção Nacional de Cultura, em Maputo.
O documento tem por objectivo pressionar o Governo a parar com os desmandos que se verificam no exercício desta actividade, apelando-se no sentido da recolha de todos os alvarás existentes e emitidos por esta instituição para permitir que se avance na reorganização do sector.
“Pedimos ao MEC para que exija dos promotores referências sobre a sua carreira por que há muitos desonestos que tentam ludibriar o público e o Estado”, explicou Eurico Manjate, porta-voz do grupo.
O documento tem por objectivo pressionar o Governo a parar com os desmandos que se verificam no exercício desta actividade, apelando-se no sentido da recolha de todos os alvarás existentes e emitidos por esta instituição para permitir que se avance na reorganização do sector.
“Pedimos ao MEC para que exija dos promotores referências sobre a sua carreira por que há muitos desonestos que tentam ludibriar o público e o Estado”, explicou Eurico Manjate, porta-voz do grupo.
Por outro lado, a agremiação pede ao Governo que garanta a formação dos organizadores de espectáculos musicais, que por inexperiência acabam por atropelar o que está legislado.
Manjate diz que o documento refere que o MEC deve agir com uma “mão dura” para punir os empresários que não respeitam a questão da lotação dos locais de realização de espectáculos, devendo ser sancionados com medidas de vulto para desencorajar os desacatos.
No que respeita a autorização para a promoção desde ou qualquer evento, o documento menciona que “ deve ser proibida a realização de espectáculos em palcos de madeira, chapas de zinco, coberturas com lonas e instalações eléctricas improvisadas:”.
Mais detalhes no jornal “O País” edição de 24/02/09
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